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06/12 - Facebook processa empresa de Hong Kong por roubo de senhas de usuários e fraude em publicidade
Rede social alega que agência de publicidade e dois indivíduos criaram um programa para roubar as senhas e aproveitar as contas para veicular os anúncios. Anúncios publicados em perfis roubados divulgavam produtos falsos e pílulas de emagrecimento, de acordo com o Facebook Dado Ruvic/Reuters O Facebook anunciou uma ação judicial contra a ILikeAd Media, uma empresa de Hong Kong, e mais dois indivíduos. A rede social alega que eles criaram um código malicioso para roubar as contas dos usuários e veicularam publicidade enganosa a partir das contas invadidas, utilizando subterfúgios para disfarçar o conteúdo anunciado. "Esse malware permitia aos réus comprometer a conta do Facebook dessas pessoas e rodar publicidade enganosa para promover itens como produtos falsos e pílulas de emagrecimento", afirmou o Facebook, em seu comunicado. A ILikeAd utilizava dois truques para esconder o conteúdo anunciado. Um deles era o uso de imagens de celebridades para chamar atenção. O outro truque era o "cloaking" ou "camuflagem", em que a página que o Facebook "enxerga" é diferente da página que será acessada pelos usuários. Essa técnica serve para burlar filtros ou proibições de conteúdo impostas pelo Facebook. De acordo com o Facebook, a rede social já reembolsou as contas usadas de forma indevida para propagar esses anúncios. Não foi possível encontrar um representante da ILikeAd para contato. A ação foi ajuizada em um tribunal da Califórnia, nos Estados Unidos. A fraude descrita pelo Facebook é parecida com um caso descrito neste blog envolvendo páginas clonadas divulgadas em anúncios que foram publicados usando contas invadidas da rede social. No entanto, como a finalidade dos anúncios não é a mesma, não há evidência de qualquer relação entre os grupos responsáveis por essas ações. Esta não é a primeira vez que o Facebook procura a Justiça para resolver problemas de segurança envolvendo seus usuários. A companhia também processou a NSO Group, uma fabricante de programas de espionagem de Israel, alegando violações nos termos de uso do WhatsApp. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com
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06/12 - Justiça determina que Loggi reconheça vínculo trabalhista com motoboys
Empresa terá de limitar a jornada dos motoristas em oito horas e implementar descanso semanal de 24 horas consecutivas. A Justiça do Trabalho de São Paulo determinou que a empresa de entregas Loggi reconheça o vínculo trabalhista dos motoboys que prestam serviço para a companhia. A decisão da 8ª Vara do Trabalho de São Paulo foi publicada na quinta-feira (5). A ação foi movida pelo Ministério Público do Trabalho em agosto do ano passado. Na decisão, a juíza Lávia Lacerda Mendez determina que a Loggi limite a jornada dos motoristas a oito horas, implemente descanso semanal de 24 horas consecutivas e faça registro em sistema eletrônico de todos os motoristas que tiveram alguma atividade nos últimos dois meses. Motoboy do aplicativo Loggi Reprodução/Facebook/Loggi A empresa também terá de fazer o pagamento adicional de periculosidade aos motofrestistas e precisará fornecer capacetes e coletes de segurança para os trabalhadores. Autônomos ou empregados? Motoboys dividem opiniões sobre trabalho com aplicativos de entrega em SP Em setembro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que os motoristas que trabalham para serviços de transportes por aplicativo, como Uber, não têm qualquer tipo de vínculo trabalhista com as empresas. À época da decisão, especialistas ouvidos pelo G1 disseram que esse entendimento vem sendo mal interpretado. Para eles, cabe à Justiça do Trabalho decidir sobre as questões trabalhistas envolvendo aplicativos de transporte de passageiros. Procurada pelo G1, a Loggi ainda não se manifestou.
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06/12 - BNDES estima R$ 15,9 bilhões em investimento privado em saneamento em 5 anos
Cifra é parte dos R$ 61,7 bilhões previstos em estudo do banco para um período maior, de 35 anos. Sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fica no Centro do Rio de Janeiro Divulgação/BNDES O chefe do Departamento de Estruturação de Parcerias 1 do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Guilherme Albuquerque, afirmou que os projetos do banco para a atração de capital privado para saneamento em Estados e municípios preveem investimentos de R$ 61,7 bilhões ao longo dos próximos 35 anos. Desse montante, R$ 15,9 bilhões estão previstos para os primeiros cinco anos. Saneamento básico: maior parte das grandes cidades reinveste menos de 30% do que arrecada Albuquerque apresentou o trabalho do BNDES na área em evento nesta sexta-feira (6), na sede da instituição, no Rio. Ele é um dos responsáveis pela modelagem de projetos para a concessão dos serviços de água e esgoto junto a prefeitos e governadores. Segundo o técnico, a expectativa é que a participação privada aumente os investimentos no setor em mais de quatro vezes, levando em conta o montante despendido entre 2013 e 2017. O especialista do BNDES afirmou que o corpo técnico do banco está convencido da possibilidade de êxito na atração de capital privado para a área. Mas acrescentou que isso exige longa preparação de projetos, que estão mais adiantados em Estados como Acre, Amapá e Rio de Janeiro. Segundo o BNDES, dos 445 municípios onde os estudos foram iniciados, apenas 84 tinham planos municipais de saneamento publicados e, ainda assim, quase todos precisaram ser “ajustados ou refeitos”. Do ponto de vista financeiro, afirmou, havia inadimplência variando de 9% a 50% entre os consumidores dos serviços, e alto nível de endividamento - o que impossibilitaria investimentos necessários à “continuidade operacional” dos negócios, observou.
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06/12 - Entenda o que muda no aumento do limite para compras no exterior e em free shops
Novos valores para compras em free shops começam a valer em 1º de janeiro de 2020. Gasto permitido em território estrangeiro deve passar de US$ 500 para US$ 1 mil, mas ainda precisa ser regulamentado pela Receita Federal. Compras em viagens ao exterior terão mudanças em 2020 pasja1000/Creative Commons O governo federal anunciou recentemente três alterações no limite de compras em viagens para fora do Brasil. Além do um novo valor para gastos em free shops, os países do Mercosul aprovaram dobrar o limite de isenção de bagagem para compras em território estrangeiro, passando de US$ 500 para US$ 1 mil, mas a medida ainda precisa ser regulamentada pela Receita Federal. Entenda o que muda em compras no exterior Isenção para compras no exterior O gasto permitido em territórios estrangeiros, sem a cobrança de taxas extras, deve subir de US$ 500 para US$ 1 mil. Esse montante pode ser o equivalente à moeda americana, mas em outras moedas, como o euro. O Ministério das Relações Exteriores (MRE) esclareceu que a decisão foi tomada em conjunto pelos quatro países do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai), mas o novo valor será válido para qualquer destino internacional, não apenas para viagens dentro do bloco. A medida, no entanto, não entra em vigor imediatamente. Ainda depende da regulamentação da Receita Federal, e não existe um prazo específico para que isto aconteça. O G1 questionou o órgão sobre como será esse processo, mas ainda não há resposta. Free shops de portos e aeroportos O limite para compras de brasileiros em lojas francas, conhecidas como free shops ou duty-free, de aeroportos e portos irá dobrar de US$ 500 para US$ 1 mil por passageiro (ou o equivalente em outra moeda) a partir de 1º de janeiro de 2020. Itens importados vendidos em free shops são isentos do Imposto de Importação, do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do recolhimento de PIS/Pasep-Importação e Cofins-Importação. Free shops terrestres Do mesmo modo que as compras em free shops de aeroportos e portos, as lojas francas em divisas terrestres, fluviais ou lacustres terão novos limites a partir de 1º de janeiro de 2020. O valor vai aumentar de US$ 300 para US$ 500 (ou o equivalente em outra moeda). O principal impacto é nos free shops de áreas de fronteira, como aqueles que existem na divisa entre Brasil e Paraguai. Mercosul fecha acordo para aumentar limite de compras dos turistas no exterior
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06/12 - Criação de empregos nos EUA tem melhor ritmo em 10 meses em novembro
Taxa de desemprego do país está em 3,5% e salários continuam a crescer. Geração de empregos fora do mercado agrícola nos EUA chegou a 266 mil vagas em novembro Reuters A criação de vagas de emprego nos Estados Unidos registrou o maior aumento em mais de dez meses em novembro, com ex-grevistas voltando à folha de pagamentos da General Motors e o setor de saúde intensificando as contratações. O saldo confirma que a economia norte-americana continua em trajetória de expansão moderada, apesar de uma queda prolongada na manufatura. O relatório mensal de emprego do Departamento do Trabalho dos EUA mostrou nesta sexta-feira (6) ganhos salariais constantes e queda da taxa de desemprego para 3,5%. O relatório valida a decisão do Federal Reserve no mês passado de cortar as taxas de juros pela terceira vez este ano, mas sinaliza uma pausa no ciclo de flexibilização que começou em julho, quando o banco central americano reduziu os custos de empréstimos pela primeira vez desde 2008. A expectativa é de que as autoridades do Fed destaquem a resiliência da economia dos EUA quando se reunirem em 10 e 11 de dezembro. A geração de empregos fora do mercado agrícola chegou a 266 mil vagas no mês passado, com a manufatura recuperando todas as 43 mil posições perdidas em outubro, mostrou a pesquisa. O crescimento do emprego também foi impulsionado por um ganho de 60.200 trabalhadores na área da saúde. Isso elevou a criação de vagas bem acima da média mensal de 180 mil este ano. Economistas consultados pela Reuters previam que a criação de empregos fora do setor agrícola chegaria a 180 mil postos de trabalho em novembro. A economia criou 41 mil empregos a mais em setembro e outubro do que o estimado anteriormente. A greve de 40 dias de cerca de 46 mil trabalhadores nas fábricas da GM nos Estados de Michigan e Kentucky restringiu os ganhos de emprego a 156 mil vagas em outubro. Salários em alta Embora o mercado de trabalho permaneça resiliente apesar da desaceleração do investimento empresarial, as contratações diminuíram em relação ao ganho mensal médio de 223 mil no ano passado, devido à redução da demanda e à escassez de trabalhadores. Ainda assim, a criação de postos de trabalho ultrapassa os 100 mil empregos por mês necessários para acompanhar o crescimento da população em idade ativa. A taxa de desemprego caiu 0,1 ponto percentual no mês passado, ante 3,6% em outubro, com as pessoas deixando a força de trabalho. O mercado de trabalho apertado está gerando ganhos salariais constantes. O salário médio por hora subiu sete centavos de dólar, ou 0,2%, depois de avançar 0,4% em outubro. Os salários subiram 3,1% em novembro, ante 3,2% em outubro.
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06/12 - De mecânico a vendedor: PAT de Capivari divulga vagas de emprego nesta sexta-feira
Para as vagas de vagas de auxiliar de linha de produção e estagiário não é exigida experiência. O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Capivari (SP) intermedeia 42 vagas de emprego para diferentes áreas na manhã desta sexta-feira (6). As funções disponíveis podem variar ao longo do dia. (Veja abaixo a lista de cargos) Entre as oportunidades estão costureira, comprador e pintor de obras. Para as vagas de auxiliar de linha de produção e estagiário não é exigida experiência. Os salários e benefícios serão combinados diretamente com a empresa. Para se candidatar é preciso ir ao PAT com Carteira de Trabalho, currículo, RG, CPF e número do PIS Ativo, até as 16h30. A unidade fica na Rua João Gonçalves de Oliveira, 27, Santa Terezinha, no complexo do Serviços Integrados da Administração Municipal (Siam). Oportunidades Apontador de pessoal – Departamento Pessoal Auxiliar de linha de produção Comprador – 1 vaga Costureira – 1 vaga Estagiário em arquitetura, designer de interior ou engenharia – 1 vaga Jatista – 1 vaga Mecânico de manutenção de teares – 1 vaga Operador de caldeira – 1 vaga Operador de empilhadeira – 2 vagas Operador de serra fita – 2 vagas Pintor de obras – 1 vaga Vendedor de serviços - 1 vaga Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba
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06/12 - Petrobras quer vender fatia na Braskem em no máximo 12 meses
Segundo presidente da estatal, companhia 'está fortemente comprometida em desinvestir na Braskem. A Petrobras planeja vender sua fatia na petroquímica Braskem em no máximo 12 meses, e defende que a empresa seja listada no Novo Mercado da bolsa paulista B3, como forma de obter maior valor na operação, afirmou nesta sexta-feira o presidente da petroleira estatal, Roberto Castello Branco. "A Petrobras está fortemente comprometida em desinvestir na Braskem", disse Castello Branco, ao participar de encontro com analistas e investidores em Londres. "Nós lemos recentes notícias de que a Odebrecht, que controla a Braskem, propôs vender a companhia em 36 meses. Nós discordamos fortemente disso, nós queremos vender Braskem em, no máximo, 12 meses, para o mercado de capitais, transformando a empresa em uma 'corporation'." Atualmente, a Odebrecht detém 50,1% das ações com direito a voto da Braskem, enquanto a Petrobras detém 47% das ações votantes da companhia. O programa de desinvestimentos (arrecadação com venda de ativos) anunciado pela Petrobras no final de novembro prevê levantar entre US$ 20 bilhões e US$ 30 bilhões no período 2020-2024, "sendo a maior concentração nos anos de 2020 e 2021". O programa de vendas de ativos envolve cerca de metade do parque de refinarias a companhia, entre outras unidades, com a empresa focando na exploração do pré-sal.
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06/12 - Governo blinda contra bloqueios 73 ações do Orçamento de 2020
Determinação está na Lei de Diretrizes Orçamentárias, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro em novembro. Bloqueios de despesas, se forem feitos, atingirão orçamento de outra áreas. O governo propôs e aprovou no Congresso Nacional, por meio da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020, já sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, blindar contra bloqueios no Orçamento de 2020 73 ações de ministérios (veja lista ao final da reportagem). Na prática, a blindagem dessas ações concentrará eventuais bloqueios no Orçamento em áreas remanescentes, diminuindo a margem de ação da equipe econômica. As despesas totais do governo em 2020 estão restritas pelo teto de gastos públicos, em vigor desde 2017, que impede que os gastos do governo federal subam acima da inflação do ano anterior. Com o baixo limite para gastos discricionários (passíveis de cortes), as restrições orçamentárias, registradas neste ano, continuarão no próximo ano. Com a determinação da LDO, porém, serão preservadas as áreas escolhidas pelo governo. Entre as ações blindadas, estão as voltadas para ciência, tecnologia e inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia. Também não poderão sofrer cortes, por exemplo, ações do Ministério da Defesa para compra de cargueiros táticos militares e de veículos blindados para o Exército. Veja a lista completa das ações blindadas pelo governo: Alimentação Escolar Atenção à Saúde da População para Procedimentos em Média e Alta Complexidade Piso de Atenção Básica em Saúde Atendimento à População com Medicamentos para Tratamento dos Portadores de HIV/AIDS e outras Doenças Sexualmente Transmissíveis Dinheiro Direto na Escola Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos (fundo partidário) Complementação da União ao Fundeb Pagamento do Benefício Abono Salarial Pagamento do Seguro-Desemprego Transferência de Renda Diretamente às Famílias em Condições de Pobreza e Extrema Pobreza Pessoal e Encargos Sociais Pagamento de Renda Mensal Vitalícia por Idade Pagamento de Renda Mensal Vitalícia por Invalidez Apoio ao Transporte Escolar Fardamento dos Militares das Forças Armadas Fundo Penitenciário Nacional Fundo Especial de Financiamento de Campanha Aquisição de Aeronaves de Caça e Sistemas Afins – Projeto FX-2 Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) e Programa Nuclear da Marinha (PNM); Despesas com a Aquisição de Cargueiro Tático Militar Despesas com a aquisição do blindado Guarani do Exército Despesas com as ações vinculadas à função Ciência, Tecnologia e Inovação, no âmbito do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro Movimentação de Militares das Forças Armadas Despesas com a Implantação do Sistema de Defesa Estratégico ASTROS 2020 Transferências a Estados, Distrito Federal e Municípios para Compensação das Exportações Contribuição ao Fundo Garantia-Safra Transferências constitucionais ou legais por repartição de receita Cota-Parte dos Estados e DF Exportadores na Arrecadação do IPI Bolsa de Qualificação Profissional para Trabalhador com Contrato de Trabalho Suspenso O que aconteceu em 2019 Neste ano, os ministérios conseguiram executar as despesas previstas, e desenvolver os serviços públicos necessários, no primeiro semestre. Entretanto, na segunda metade do ano, o governo efetuou bloqueios de verbas para atingir a meta fiscal (déficit primário de até R$ 139 bilhões) e somente liberou os recursos nos últimos meses, após o ingresso de receitas por conta do megaleilão de petróleo da cessão onerosa. Até a liberação desses recursos, houve relatos de falta de verbas para universidades – o que gerou protestos em maio –, e para o pagamento de bolsas do CNPq, entre outros. O trabalho do Ministério da Economia também foi afetado. Relator do orçamento de 2020 propõe ampliar valor do fundo eleitoral
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06/12 - Com Selic menor, Brasil vai economizar R$ 96 bilhões em juros da dívida pública em 2020, diz Guedes
Segundo ministro, economia será equivalente a três vezes o valor gasto com o Bolsa Família. Paulo Guedes, ministro da Economia, fala nesta sexta-feira (6) em evento no BNDES, no Rio Daniel Silveira/G1 O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta sexta-feira (6) que o país vai economizar, em 2020, R$ 96 bilhões em pagamento de juros da dívida pública, um resultado da queda da Selic. Segundo ele, isso permitirá ao governo “gastar menos e melhor”. “As despesas de juros vão cair R$ 96 bilhões em 2020, o equivalente a três Bolsa Família”, afirmou o ministro em discurso em seminário sobre saneamento básico promovido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Ao contrário do governo anterior, que os juros curtos caíam mas os longos não, agora os longos começaram a descer também”, disse. Guedes abriu o discurso reiterando que o grande problema do Brasil nos últimos 40 anos era o “excesso de gastos, que chegou a 45% do PIB”, o que demandou ao atual governo promover reformas estruturantes. “O controle dos gastos era, portanto, indispensável para nós e está por traz de tudo o que estamos fazendo”, disse o ministro. Ele destacou que o controle de gastos tinha como principais vilões “privilégios na previdência” e o pagamento de juros da dívida pública. “O Brasil reconstrói uma Europa todo o ano sem sair da miséria”, disse ele afirmando que o pagamento de juros tem montante equivalente ao desembolsado pelo Plano Marshall para reconstrução dos países aliados após a Segunda Guerra Mundial. Além das reformas em curso, Guedes enfatizou a reestruturação do foco do BNDES que, segundo ele, era “uma máquina de fazer campeões mundiais” ao destinar recursos para “quem tem mais poder político e econômico”. “Ninguém pode virar campeão mundial financiado com dinheiro público”, criticou.
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06/12 - Divulgado edital de concurso da Prefeitura de Sapé, PB
São 182 vagas e salários de até R$ 2,8 mil. Divulgação Foi divulgado o edital do concurso para a Prefeitura de Sapé, na mata paraibana, que oferece 182 vagas em cargos de níveis fundamental, médio, técnico e superior. Os salários variam de R$ 998 a R$ 2,8 mil e as inscrições abrem no dia 12 de dezembro. Veja o edital da seleção para a prefeitura de Sapé De acordo com o edital, o cargo com mais vagas é o de professor de educação básica I, que tem 28 vagas, sendo 18 para a zona rural e 7 para a zona urbana. Já os cargos com salários maiores são os de supervisor educacional e professor da educação básica II. Este segundo cargo tem vagas nas áreas de artes, ciências, educação física, geografia, história, matemática, português e Libras. Além destes cargos, também há vagas para auxiliar de serviços gerais, auxiliar de creche, merendeira, motorista (CNH D e CNH B), vigia, auxiliar de saúde bucal, agente de trânsito, agente fiscal de meio ambiente, cuidador, condutor socorrista, digitador, monitor de creche, recepcionista, técnico em enfermagem, técnico em auditor de controle interno, técnico em radiologia, técnico em edificação, assistente social, auditor de controle interno, enfermeiro, educador físico, médico (pediatra, mastologista, ginecologista, neurologista, reumatologista, urologista, psiquiatra, cardiologista, gastroenterologista e otorrinolaringologista), nutricionista, pedagogo, psicólogo, psicopedagogo, procurador, As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, no site da organizadora, das 10h do dia 12 de dezembro de 2019 às 23h59 do dia 19 de janeiro de 2020. A taxa de inscrição custa R$ 65 para cargos de nível fundamental, R$ 85 para cargos de nível médio ou técnico e R$ 105 para cargos de nível superior. As provas estão previstas para acontecer no dia 16 de fevereiro de 2020. Concurso da Prefeitura de Sapé Vagas: 182 Níveis: fundamental, médio, técnico e superior Salários: R$ 998 a R$ 2.853,47 Prazo de inscrição: 12 de dezembro de 2019 a 19 de janeiro de 2020 Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 85 (médio/técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 16 de fevereiro de 2020 Edital do concurso da Prefeitura de Sapé
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06/12 - Inflação alta em novembro gera dúvida sobre redução de juro pelo Copom
A inflação de novembro, divulgada nesta sexta-feira (6) pelo IBGE, aciona o sinal de alerta sobre qual deve ser a decisão do Banco Central na semana que vem sobre a taxa de juros. Isoladamente, o IPCA de 0,51% não deveria ter tanto peso na análise do processo inflacionário pelo Comitê de Política Monetária, o Copom. Mas há outros fatores em jogo. Na reunião do dia 30 de outubro, o Copom informou que "o cenário benigno para a inflação prospectiva" deveria permitir um corte adicional de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros. Mas, ao mesmo tempo, o comitê ressaltou: "a comunicação dessa avaliação não restringe suas próximas decisões e enfatiza que os próximos passos da política monetária continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação". Ou seja, claramente o Banco Central não se comprometeu a sacramentar a redução da taxa de juros para 4,5% na reunião da quarta-feira (11) da semana que vem. Tudo dependeria da evolução, desde a reunião de outubro, de vários fatores, inclusive de expectativas de inflação. Outras questões, no entanto, serão ponderadas. O dólar continua pressionado, mas o que mais pode pesar é o ritmo da atividade econômica, que vai se mostrando mais forte a cada dado divulgado sobre a economia real. O maior efeito da redução da taxa de juros dos últimos três anos, que saiu de 14,25% ao ano para os 5% atuais, ainda está por vir. É verdade que o salto do IPCA de novembro não significa a retomada de um processo inflacionário, uma contaminação perigosa do sistema de preços. Apenas um item, a carne, que subiu em média 8,09% ,teve peso de 0,22 ponto percentual. Ou seja, quase metade da inflação do mês. Seja qual for a decisão do Copom na semana que vem (reduzir ou manter a taxa de juros), certamente ela exigirá de seus integrantes uma discussão muito mais complexa do que aparentava ser até dias atrás, quando a percepção geral era que o corte da Selic para 4,5% seria confirmado sem causar polêmicas. Inflação sobe para 0,51% em novembro, impulsionada pelo preço da carne
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06/12 - Em rede nacional, Macri admite que Argentina não superou crise: 'Muitas dificuldades que não conseguimos resolver'
Presidente do país vizinho entrega o cargo ao peronista Alberto Fernández em 5 dias. Macri na Cúpula do Mercosul em Bento Gonçalves AFP/Carl de Souza O presidente em final de mandato da Argentina, Mauricio Macri, admitiu nesta quinta-feira (6) os magros resultados econômicos do seu governo, em uma avaliação da sua administração cinco dias antes de entregar o mandato ao peronista Alberto Fernández. "Lamento que os resultados das nossas reformas econômicas não tenham chegado a tempo e por não conseguirmos nos recuperar da crise", disse o presidente, relevando sua "frustração". "Não parto satisfeito com o crescimento da economia no meu mandato e com os resultados da luta contra a inflação e a pobreza", disse o presidente liberal em rede nacional de TV. A Argentina atravessa uma recessão econômica desde o segundo trimestre do ano passado, com uma queda do PIB estimada em 3,1% segundo o Fundo Monetário Internacional. O país também enfrenta dificuldades para pagar o empréstimo que Macri pegou em 2018 com o FMI totalizando US$ 57 bilhões. "Nestes quatro anos ocorreram muitas dificuldades que não conseguimos resolver", admitiu o presidente de um país onde a inflação foi de 42,2% entre janeiro e outubro de 2019, em meio ao desemprego e pobreza crescentes. A pobreza atingia 35,4% da população no primeiro semestre deste ano, segundo números oficiais. Mas Macri se disse "convencido de que estamos melhor do que há quatro anos" e se comprometeu a trabalhar na oposição apoiando "as propostas sensatas". "Vou demonstrar, a partir da próxima semana, que se pode fazer uma oposição de forma construtiva, sempre pensando no que é melhor para os argentinos". Macri destacou que "pela primeira vez em 100 anos um governo não peronista e com minoria nas duas Câmaras consegue terminar seu mandato", um sucesso democrático. "Nossa Justiça é mais independente e nossa imprensa, mais livre", disse Macri, assegurando que melhorou o funcionamento do Estado e das instituições. "Após quatro anos de reformas, deixamos um Estado onde é muito mais difícil roubar o dinheiro dos argentinos. Sempre haverá corruptos e ladrões, em todos os governos, mas o Estado tem que garantir que deixem suas digitais para poder agarrá-los", afirmou.
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06/12 - Uber registra quase 6 mil denúncias de abuso sexual em dois anos nos EUA
Em 2017 e 2018, empresa de transporte registrou o assassinato de 19 pessoas e a morte de outras 107 em acidentes de trânsito durante viagens. Uber se prepara para abrir capital em semana ruim para os aplicativos de transporte. Seth Wenig/AP A companhia Uber, que opera o aplicativo mundial de transportes, registrou quase 6 mil denúncias de abuso sexual apenas nos Estados Unidos em 2017 e 2018. No mesmo período, 19 pessoas foram mortas e 107 perderam a vida em acidentes de trânsito durante viagens da empresa. As informações foram divulgadas pela própria empresa em um relatório no qual afirma que a transparência faz parte de seu compromisso para "aumentar a segurança do Uber e da indústria como um todo". O número absoluto de denúncias registradas de abuso sexual cresceu no ano passado em relação a 2017 (de 2.936 para 3.045), mas a proporção em relação ao total de viagens caiu 16% no mesmo período. Segundo o Uber, a redução não pode ser vista como uma tendência de queda, e a divulgação do relatório pode, inclusive, levar a um aumento de registros no futuro. A empresa, que enfrenta um crescente escrutínio ao redor do mundo e recentemente perdeu sua licença para operar em Londres por causa de frequentes falhas de segurança, realizou mais de 45 viagens por segundo nos Estados Unidos. Motoristas são 54% dos acusados O relatório aponta 5.981 registros de denúncias em meio a 2,3 bilhões de viagens ao longo dos dois anos. Pela legislação brasileira, todos os casos seriam enquadrados como crimes de estupro. Do total de notificações, os passageiros representavam 45% dos acusados e os motoristas, 54%. Nos registros de denúncias mais graves, envolvendo penetração sexual sem consentimento, 99,4% das vítimas eram passageiros. Segundo a empresa, a notificação de um caso de abuso sexual não é necessariamente feita pela vítima. "Toda forma de transporte é impactada por esses problemas. Por exemplo, o Departamento de Polícia de Nova York registrou 1.125 acusações de abuso sexual no sistema de transporte durante o mesmo período coberto nesse relatório", escreveu a empresa. Faixa da Uber em frente à bolsa de valores de Nova York nesta sexta-feira (10). Andrew Kelly/Reuters A segurança dos passageiros, envolvendo particularmente violência sexual, tem sido um grande desafio para o Uber e outras empresas do setor, como a americana Lyft e a chinesa Didi, que adquiriu recentemente a 99 no Brasil. "Não é fácil publicar voluntariamente um relatório que discute essas difíceis questões de segurança", afirmou Tony West, chefe do departamento jurídico do Uber. "A maioria das empresas não fala sobre questões ligadas à violência sexual porque arrisca atrair manchetes negativas na mídia e críticas públicas. Mas sentimos que é o momento para uma nova abordagem." Questionado pela BBC, o Uber afirmou não haver planos para divulgar dados relativos a outros países em que a empresa opera. Mortes e acidentes fatais Segundo o relatório da empresa, 19 pessoas foram mortas em casos envolvendo pelo menos uma pessoa ligada a uma viagem de Uber. Oito delas eram passageiros e 7 eram motoristas. "Isso significa que a parte acusada (da morte) não era necessariamente a parte que usava a plataforma do Uber. Na verdade, em muitos incidentes fatais registrados no Uber, os acusados eram terceiros", diz o documento. A proporção dessas mortes é de 0.000001% do total de viagens realizadas pela empresa. O Uber registrou também 107 mortes em 97 acidentes ligados ao uso do aplicativo. A cada 10 vítimas, 2 eram motoristas e 2, passageiros. Um terço dos acidentes fatais envolveu pedestres. A taxa de 0.57 fatalidade por 100 milhões de viagens em 2018 representa metade da taxa de mortes de trânsito nos Estados Unidos naquele período. Análise de Dave Lee, repórter de tecnologia da BBC nos Estados Unidos Este é um relatório extremamente significativo que, pela primeira vez, detalha até que ponto a chamada "economia colaborativa" coloca as pessoas em perigo. O Uber descreve a reunião de dados como um projeto complexo que durou dois anos, com grande parte do tempo gasto na auditoria dos dados para garantir precisão. Registre-se que, sabendo que provocaria manchetes negativas, a empresa optou por liberar esses dados voluntariamente. E se comprometeu a divulgar o relatório a cada dois anos. Agora que o Uber provou que pode produzir esses dados de forma digerível, deve continuar fazendo isso em intervalos regulares e, eventualmente, para todos os seus mercados ao redor do mundo. Não é uma tarefa fácil, mas a empresa pode arcar com isso. Uma publicação contínua do relatório traria foco e urgência: o histórico de segurança da Uber está melhorando ou piorando? Por que poderia ser isso? Algumas regiões são mais seguras que outras? O que podemos aprender? A atenção também deve se voltar para as outras empresas desse setor. A Lyft — que está enfrentando uma ação por agressão sexual iniciada nesta semana — não tem desculpas agora que seu maior rival agiu.
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06/12 - Bovespa opera em alta após dois recordes seguidos
Na quinta-feira, a bolsa fechou em alta de 0,29%, a 110.622 pontos. Bolsa vai a 110 mil pontos; entenda as causas O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em alta nesta sexta-feira (6), voltando a bater os 111 mil pontos, e após dois recordes consecutivos, com o noticiário externo respaldando o sentimento mais positivo de investidores com a economia brasileira. Às 14h48, o Ibovespa tinha de alta de 0,57%, a 111.258 pontos. Veja mais cotações. Na quinta-feira, a bolsa fechou em alta de 0,29%, a 110.622 pontos, renovando as máximas pelo segundo dia. Ao longo da sessão, a bolsa alcançou a marca de 111 mil pontos pela primeira vez. No exterior, dados de emprego dos Estados Unidos mostraram que a criação de vagas naquele país registrou o maior aumento em mais de dez meses em novembro, confirmando que a economia manteve-se em trajetória de expansão moderada. Mais cedo, também repercutiu positivamente anúncio da China de que vai abrir mão de tarifas sobre alguns embarques de soja e carne suína dos Estados Unidos, em meio a negociações para um acordo comercial entre os gigantes econômicos. Na visão do presidente da BGC Liquidez, Ermínio Lucci, o cenário externo mais benigno, com sinais de que os EUA e a China caminham para um acordo de primeira fase nas negociações comerciais, ajuda o mercado brasileiro. Mas, para ele, o que está por trás dos últimos recordes do Ibovespa é a melhora nas perspectivas de crescimento do país. "O Brasil está começando a crescer... o que em um ambiente de juros e inflação baixos alimenta a demanda por ativos de risco", destacou ele à Reuters, vislumbrando manutenção da trajetória positiva do mercado acionário brasileiro no médio prazo. Nesta sexta-feira, dados mostraram que a inflação oficial do Brasil acelerou em novembro, com o IPCA registrando elevação de 0,51%, a maior alta para o mês em quatro anos, mas ainda abaixo do centro da meta no resultado em 12 meses. "No geral, acreditamos que esse resultado é consistente com o cenário base do Banco Central e corrobora corte de 0,50 ponto percentual (na Selic) este ano", afirmou em relatório a XP Investimentos em nota a clientes. O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reúne-se na próxima semana para decidir sobre a taxa básica de juros. Do ponto de vista gráfico, os analistas Fábio Perina e Larissa Nappo, do Itaú BBA, avaliam que o Ibovespa está em tendência de alta, a caminho do próximo objetivo em 114 mil pontos. Passando deste, o próximo é em 120 mil pontos.
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06/12 - Dólar cai e opera na casa de R$ 4,17, com otimismo comercial e dados positivos de emprego nos EUA
No dia anterior, a moeda norte-americana recuou 0,33%, a R$ 4,188. O dólar opera em queda nesta sexta-feira (6), na casa dos R$ 4,17, após dados positivos de emprego nos Estados Unidos, em dia de apetite por risco levemente melhor no exterior após comentários otimistas do presidente norte-americano, Donald Trump, sobre o comércio com a China. Às 14h46, a moeda norte-americana caía 0,64%, vendida a R$ 4,1614. Na mínima do dia, chegou a R$ 4,1574. Veja mais cotações. No dia anterior, a moeda norte-americana recuou 0,33%, a R$ 4,188. Na semana, o dólar acumula queda de 1,22%. Mas, no ano, há alta de 8,1%. O Banco Central vendeu nesta sessão todos os 10 mil contratos de swap cambial reverso e todos os US$ 500 milhões em moeda à vista ofertados. Cenário externo Bolsa vai a 110 mil pontos; entenda as causas Nesta sexta-feira, os negócios eram marcados por uma melhora no sentimento de risco depois que Donald Trump sinalizou otimismo em relação a sua prolongada disputa comercial com a China. "Está indo muito bem", disse Trump a repórteres na quinta-feira, quando questionado sobre as negociações, em uma repetição de comentários feitos na quarta-feira. No início da semana, no entanto, Trump abalou os mercados globais quando disse que um acordo poderia ter de esperar até depois das eleições norte-americanas de 2020. A China informou nesta sexta que vai abrir mão de tarifas sobre alguns embarques de soja e carne suína dos Estados Unidos. "O número abaixo de 4,20 reais que vemos hoje reflete o humor positivo por causa das notícias comerciais", disse à Reuters Fernanda Consorte, estrategista de câmbio do banco Ourinvest. Além disso, a criação de vagas de emprego nos Estados Unidos registrou o maior aumento em mais de 10 meses em novembro, com ex-grevistas voltando à folha de pagamentos da General Motors e o setor de saúde intensificando as contratações, confirmando que a economia manteve-se em trajetória de expansão moderada, apesar de uma queda prolongada na manufatura. A geração de empregos fora do mercado agrícola chegou a 266 mil vagas no mês passado, com a manufatura recuperando todas as 43 mil posições perdidas em outubro, mostrou a pesquisa do Departamento de Trabalho, segundo a Reuters. Os dados serão um bom termômetro para a saúde do mercado de trabalho norte-americano, que tem sido um dos motores da resiliência econômica dos EUA. A expectativa dos economistas era de criação de 180 mil vagas nas contratações fora do mercado agrícola dos Estados Unidos, ante 128 mil postos em outubro.
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06/12 - 5 empresas selecionam para 2,7 mil vagas de emprego
Aec, Elissa Village, Alelo, Trybe e Sinqia oferecem vagas em áreas como atendimento ao cliente, enfermagem, comercial e tecnologia. As empresas Aec, Elissa Village, Alelo, Trybe e Sinqia selecionam para 2,7 mil vagas de emprego em várias áreas. Veja abaixo os detalhes dos processos seletivos: AeC A AeC, empresa do setor de atendimento ao cliente, tem 1.600 vagas abertas para unidade na Chácara Santo Antônio, na zona sul de São Paulo (SP), e 700 para unidade no Rio de Janeiro, na Cidade Nova. As oportunidades são para atendimento a clientes do mercado financeiro e de serviço. Todas as vagas são para atendentes. As contratações vão até janeiro de 2020. Para participar da seleção é necessário ter mais de 18 anos, ter concluído o ensino médio e para algumas vagas específicas, é necessária a conclusão do ensino superior. Os interessados devem se cadastrar neste site. Além de remuneração compatível com o mercado, os contratos terão direito à vale-refeição, vale-transporte, plano de saúde e plano odontológico. Elissa Village O Elissa Village abriu 150 vagas para profissionais de Enfermagem, Educação Física, Farmácia, Fisioterapia, Nutrição, Terapia Ocupacional, além de profissionais das áreas de serviços gerais (Cozinha, Copa, Higienização, Recepção, Segurança) e administrativo (Almoxarifado, Marketing, Recursos Humanos, Tecnologia da Informação). As vagas são para trabalhar no Elissa Village, na cidade de Campina Grande do Sul (PR). O empreendimento, especializado em longevidade, será um residencial para idosos. Os interessados podem se candidatar enviando seu currículo por este site até o dia 30 de dezembro, informando a área de atuação e interesse no título da mensagem. Alelo A Alelo, bandeira especializada em benefícios, incentivos e gestão de despesas corporativas, está com 50 vagas abertas nas áreas Comercial, Financeira, Planejamento, Marketing, Produtos, Operações, Recursos Humanos e Tecnologia. As oportunidades são para vários cargos e início imediato na sede da companhia em Barueri (São Paulo). A Alelo oferece diversos incentivos complementares como ônibus fretado, reembolso de estacionamento e pedágio, assistência médica, previdência privada, participação nos lucros, home office, cartão alimentação e refeição e Alelo Natal (cartão com valor pré-estabelecido para compras de final de ano), além de ações de bem-estar e apoio jurídico, financeiro e psicológico. Para conferir a lista completa das vagas e se inscrever no processo seletivo, os interessados precisam acessar o site da companhia neste link. Trybe A Trybe, escola do futuro voltada para as profissões digitais mais procuradas pelo mercado de trabalho, está com 10 vagas abertas nas cidades de Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP). Entre elas estão as posições de Data Engineer, Data Analyst/Data Scientist, Analista de Marketing (CRM), Analista de Marketing (SEO), Designer Gráfico, Analista de Seleção, Instrução pedagógica (focado em desenvolvimento de software), Produção de Conteúdo (focado em desenvolvimento de software), Produção de Conteúdo (focado em desenvolvimento de software) e Analista de Processos. Para se candidatar é preciso acessar este link. Sinqia A Sinqia, empresa de tecnologia voltada para o mercado financeiro, está em busca de 160 profissionais de diversas áreas de atuação, para contratação imediata nas cidades de São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ). As vagas disponíveis são nas áreas Comercial, Controladoria, IT Business, IT Quality & Assurance, IT Software, Marketing, People (Recursos Humanos), Relação com Investidores, Suporte e Tesouraria. As inscrições podem ser feitas por este site. A expectativa é preencher as posições ainda em 2019.
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06/12 - Puxada pelo preço da carne, inflação oficial acelera para 0,51% em novembro
É o maior valor para o mês desde 2015. Em 12 meses, IPCA avançou para 3,27%, acima dos 2,54% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores, mas ainda abaixo da meta de inflação. Inflação sobe para 0,51% em novembro, impulsionada pelo preço da carne O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, acelerou para 0,51% em novembro, depois de ter ficado em 0,10% em outubro, segundo divulgou nesta sexta-feira (6) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). "Este foi o maior resultado para um mês de novembro desde 2015, quando o IPCA ficou em 1,01%", informou o IBGE. Em novembro de 2018, houve deflação de 0,21%. Trata-se também da maior inflação mensal desde abril (0,57%). A alta no mês foi puxada pela aceleração dos preços do grupo "alimentação e bebidas" (0,72%), impactado principalmente pelo aumento do preço das carnes (8,09%), que exerceram o maior impacto na taxa de inflação do mês. O item representou, sozinho, 0,22 ponto percentual (quase metade) do IPCA de novembro. Carne fica mais cara em todas as regiões do país, aponta Dieese 5 pontos para entender o aumento no preço da carne no mercado brasileiro IPCA - Inflação oficial mês a mês Economia G1 A disparada do preço das carnes decorre principalmente da maior demanda da China e da desvalorização do real frente ao dólar. “Isso incentiva a exportação, restringindo a oferta interna e elevando o preço dos produtos”, destacou o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov. No acumulado no ano, a alta no preço das carnes chega a 12,15%. Em 12 meses, o avanço é de 14,43% – quatro vezes acima da inflação oficial do país. Variação dos preços das carnes no acumulado no ano: Capa de filé: 15,54% Peito: 15,29% Chã de dentro: 14,63% Costela: 14,18% Carne de porco: 13,73% Acém: 13,59% Filé-mignon: 12,80% Pá: 12,38% Lagarto comum: 12,36% Patinho: 11,94% Músculo: 11,51% Alcatra: 10,03% Fígado: 9,42% Lagarto redondo: 9,38% Contrafilé: 8,71% Carne de carneiro: 1,68% Preços das carnes registraram alta de 8,09% em novembro e representaram o maior impacto individual na inflação do mês Reprodução/EPTV Inflação em 12 meses sobe para 3,27% Com o resultado de novembro, o índice oficial de inflação acumula alta de 3,12% no ano. Em 12 meses, o IPCA avançou para 3,27%, acima dos 2,54% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores, mas permanecendo abaixo da meta definida pelo governo para o ano (4,5%). Apesar da aceleração dos preços neste final de ano, a inflação segue comportada e em patamar baixo, favorecida pelo ritmo de recuperação ainda fraco da economia, desemprego elevado e demanda fraca. Inflação em 12 meses Economia G1 Loterias e energia pesam mais no bolso Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete tiveram alta em novembro. A maior alta foi em despesas pessoais, influenciado pela alta no item jogos de azar (24,35%), em razão dos reajustes nos preços das loterias federais. Veja a inflação de novembro por grupos e o impacto de cada um no índice geral: Alimentação e Bebidas: 0,72% (0,18 ponto percentual) Habitação: 0,71% (0,11 p.p.) Artigos de Residência: -0,36% (-0,01 p.p.) Vestuário: 0,35% (0,02 p.p.) Transportes: 0,30% (0,05 p.p.) Saúde e Cuidados Pessoais: 0,21% (0,03 p.p.) Despesas Pessoais: 1,24% (0,13 p.p.) Educação: 0,08% (0 p.p.) Comunicação: -0,02% (0 p.p.) Foto mostra restaurante em Ribeirão Preto (SP). Custo da alimentação fora de casa subiu 0,21% em novembro no país, segundo o IBGE Valdinei Malaguti/ EPTV A alimentação no domicílio, que havia registrado deflação (-0,03%) em outubro, subiu 1,01% em novembro. Outro destaque de alta foi o custo da alimentação fora do domicílio, que subiu 0,21%, influenciada pelo item lanche (0,56%). Por outro lado, houve queda no preço da batata-inglesa (-14,27%), tomate (-12,71%) e cebola (-12,48%). Nas despesas com habitação, a alta foi puxada pela alta da energia elétrica (2,15%), decorrente, em grande parte, da mudança de bandeira tarifária. Em outubro, estava em vigor a bandeira amarela, com acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora. Em novembro, passou a vigorar a bandeira vermelha patamar 1, cujo valor foi reajustado de R$ 4 para R$ 4,169 a cada 100 quilowatts-hora. No grupo "transportes", os preços dos combustíveis subiram 0,78%, mas houve desaceleração em relação ao mês anterior, quando a alta foi de 1,38%. A gasolina subiu 0,42% e o diesel teve alta de 0,38%. Já as passagens aéreas ficam 4,35% mais caras. Perspectivas e meta de inflação A meta central de inflação deste ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerância varia de 2,75% a 5,75%. Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic), que está atualmente em 5% ao ano – mínima histórica. A expectativa de inflação do mercado para 2019 segue abaixo da meta do governo. Os analistas das instituições financeiras projetam uma inflação de 3,52% no ano, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central. Para 2020, a previsão é de uma inflação de 3,60%. No próximo ano, a meta central de inflação é de 4% e terá sido oficialmente cumprida se o IPCA oscilar entre 2,5% e 5,5%. O mercado segue prevendo também mais um corte nos juros, com a Selic encerrando 2019 em 4,5% ao ano. Para o fim de 2020, a projeção continua em 4,5% ao ano. Inflação alta em novembro gera dúvida sobre redução de juro pelo Copom LImites da inflação Arte G1 Inflação por regiões Quanto aos índices regionais, 7 das 16 áreas pesquisadas tiveram alta acima do IPCA de novembro, sendo que a maior variação regional foi em São Luís (1,05%). A região metropolitana do Recife e Aracaju registraram o menor índice (0,14%). Veja todos os índices regionais: São Luís: 1,05% Belém: 0,93% Rio Branco: 0,72% São Paulo: 0,70% Goiânia: 0,70% Campo Grande: 0,65% Curitiba: 0,61% Porto Alegre: 0,47% Belo Horizonte: 0,46% Vitória: 0,39% Brasília: 0,38% Salvador: 0,23% Fortaleza: 0,22% Rio de Janeiro: 0,17% Recife: 0,14% Aracaju: 0,14% INPC de novembro foi de 0,54% O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que é usado como referência para reajustes salariais, acelerou para 0,54% em novembro, ante 0,04% em outubro. Trata-se também do maior para um mês de novembro desde 2015. A variação acumulada no ano ficou em 3,22% e, no acumulado em 12 meses, o índice acelerou para 3,37%, acima dos 2,55% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.
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06/12 - Prefeitura de Timbaúba faz seleção simplificada com 685 vagas e salários de até R$ 8,8 mil
Oportunidades são para áreas jurídica, de saúde, educação e prestação de serviços. Inscrições têm início na segunda-feira (9) e seguem até o dia 17 de dezembro. Algumas das vagas disponíveis são para a área médica Marcos Santos/USP Imagens A Prefeitura de Timbaúba divulgou o edital de um processo seletivo simplificado para 685 vagas temporárias, com oportunidades para profissionais de níveis fundamental, técnico, médio e superior, com salários de até R$ 8,8 mil. As inscrições começam na segunda-feira (9). Os cargos são na área jurídica, de saúde, educação e prestação de serviços, indo de auxiliar de lavanderia e coveiro a médico e professor. A lista completa de oportunidades está disponível no edital da seleção. As inscrições seguem abertas até o dia 17 de dezembro, exclusivamente na internet. Para os cargos de nível fundamental, a taxa é de R$ 32. Já os candidatos a cargos dos níveis médio e técnico pagam R$ 40. Os cargos de nível superior, por sua vez, têm taxa de inscrição no valor de R$ 60. Para se inscrever, é preciso preencher o formulário de inscrição, disponível no site da instituição organizadora da seleção, e anexar documentos como identidade, CPF, comprovante de residência, título de eleitor, quitação eleitoral e serviço militar e documentos de comprovação de formação. Candidatos portadores de deficiência devem anexar documentos que comprovem a condição. De acordo com o edital da seleção simplificada, disponível na internet, o processo seletivo é feito por meio de uma etapa única, de análise de experiência de títulos. A previsão é de que a divulgação preliminar de resultados seja feita no dia 29 de janeiro de 2020. Após o período de recursos, o resultado final deve ser divulgado no dia 5 de fevereiro de 2020.
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06/12 - Falha no Android faz aplicativo falso iniciar no lugar do verdadeiro para clonar telas e roubar senhas
Vulnerabilidade já está sendo explorada para realizar fraudes bancárias, alertam empresas de segurança. Brecha recebeu o nome de 'Strandhogg' em referência a uma tática de pilhagem dos antigos vikings Promon/Creative Commons As empresas de segurança Promon e Lookout divulgaram alertas sobre uma falha no sistema Android que permite que um aplicativo aja como um "impostor" de outros aplicativos instalados no smartphone. Na prática, o app falso será iniciado quando o usuário tocar no ícone legítimo de outro software, podendo clonar seus elementos visuais e interativos para capturar os dados da vítima. A Promon é norueguesa e deu à falha o nome de "Strandhogg" em referência a uma tática dos antigos vikings na qual áreas litorâneas eram atacadas para saquear, realizar sequestros e capturar animais e escravos. Para se aproveitar do erro, um hacker precisa convencer a vítima a instalar um aplicativo malicioso no smartphone. Este aplicativo deve efetuar um registro no sistema e se colocar como responsável por realizar certas "atividades" de outros programas legítimos. Assim, quando esses outros aplicativos forem iniciados, o controle da tela passará ao app falso em vez do verdadeiro. As restrições de segurança do Android impedem que um aplicativo se sobreponha a outros. O sistema também cria barreiras que colocam cada app instalado em uma área isolada, bloqueando o acesso às informações de login das redes sociais ou do aplicativo bancário. Mas a falha Strandhogg desvia parcialmente desses mecanismos de segurança, pois o controle da tela é assumido totalmente pelo app malicioso. No entanto, os dados ainda ficam fora de alcance do app falso, que precisará convencer a vítima a digitar suas senhas em uma tela clonada. O ataque é possível em todas as versões do Android, inclusive no Android 10. No momento, para evitar a fraude, é preciso evitar a instalação de apps maliciosos. O Google informou que segue investigando o caso para aprimorar o Play Protect, que protege o sistema contra esses apps. Apps falsos no Google Play e golpes contra bancos Criminosos já estão aproveitando a brecha para realizar ataques. De acordo com a Lookout, foram identificados 36 aplicativos que atuam como "impostores". Eles tentavam roubar informações de 60 instituições financeiras. Embora nenhum destes aplicativos estivesse cadastrado diretamente na Play Store, a loja oficial do Android, a Promon informou que certos aplicativos presentes na loja atuavam como instaladores dos apps que de fato exploravam a brecha. Esses instaladores, que são conhecidos como "droppers", tentam imitar funções de apps populares para parecerem legítimos. Todos os instaladores encontrados na Play Store foram retirados do ar, segundo a Promon. O nome dos apps, porém, não foi divulgado. Também foram omitidos os nomes das instituições que estão na mira desses hackers. A Promon apenas revelou que descobriu a falha depois de receber um comunicado de outra empresa da segurança, a Wultra, sobre uma fraude contra bancos na República Tcheca. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com
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06/12 - China diz que vai abrir mão de tarifas sobre alguns embarques de soja e carne suína dos EUA
Isenção é anunciada no momento em que os dois países tentam fechar um acordo para acabar com sua guerra comercial. Bolsas da China fecham em alta. Donald Trump e Xi Jinping durante encontro em Osaka, no Japão. Kevin Lamarque / Reuters A China informou nesta sexta-feira (6) que vai abrir mão de tarifas sobre alguns embarques de soja e carne suína dos Estados Unidos, no momento em que os dois lados tentam fechar um acordo para acabar com sua guerra comercial. As isenções de tarifas foram baseadas em pedidos de empresas individuais para importações de soja e carne suína dos EUA, disse o Ministério das Finanças em comunicado, citando uma decisão do gabinete do país. Ele não especificou as quantidades envolvidas. Guerra comercial: entenda as tensões entre China e EUA e as incertezas para a economia mundial A China adotou tarifas de 25% sobre soja e carne de porco norte-americanos em julho de 2018 como retaliação às tarifas impostas por Washington devido a alegações de que a China rouba e força a transferência de propriedade intelectual dos EUA a empresas chinesas. A isenção acontece em meio a negociações entre EUA e China para concluir a "fase um" de um acordo para afastar a guerra comercial que tem afetado os mercados financeiros, as cadeias de oferta e o crescimento econômico global. Na véspera, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que as discussões estão "andando bem", adotando um tom otimista. Bolsas da China fecham em alta Os índices acionários da China fecharam em alta nesta sexta-feira, registrando o maior avanço semanal em quase dois meses. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,59%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,43%. Na semana, o CSI300 ganhou 1,9%, enquanto o SSEC avançou 1,4%, ambos registrando os maiores ganhos semanais desde a semana de 11 de outubro.
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06/12 - Maia diz que Congresso deve aprovar regra de bloqueio linear no Orçamento de 2020
Medida obrigaria que contingenciamento de verbas do governo seja proporcional para todas as áreas. Para presidente da Câmara, Congresso passaria a ter mais interesse pela política fiscal. Maia: 'Parlamento passará a ter mais interesse na política fiscal' O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta sexta-feira (6) que o Congresso deve aprovar uma regra de contingenciamento linear no Orçamento de 2020. Pela medida, eventuais bloqueios que o governo impuser ao Orçamento atingirão, proporcionalmente, todos os ministérios. Atualmente, o Executivo tem a liberdade de escolher em que área será determinado o contingenciamento. Os bloqueios ao Orçamento são feitos ao longo do ano, quando o governo identifica dificuldades para cumprir metas fiscais. De acordo com Maia, o contingenciamento linear evitará que o Palácio do Planalto escolha impor os cortes prioritariamente em investimentos designados nas emendas parlamentares. "Se você liberar o governo para contingenciar onde ele quiser contingenciar, ele pode contingenciar os investimentos escolhidos pelo parlamento e executar os escolhidos pelos ministérios. Então, tem que ser uma regra que gere harmonia", afirmou Maia. "Eu acredito, na minha opinião, pelo que estou ouvindo dos líderes e deputados, é que nós vamos, vai sair do parlamento, um contingenciamento linear, que é o correto", completou o presidente da Câmara. O Congresso tem até o dia 22 de dezembro para aprovar o Orçamento do ano que vem. Enquanto a proposta não for votada, o governo deve executar, por mês, um doze avos do previsto para o ano. Maia disse que é do interesse do Legislativo aprovar a matéria antes do recesso parlamentar. O Orçamento de 2020 colocará em vigor as novas regras do orçamento impositivo. Isso significa que o Legislativo poderá decidir o destino de quase 25% das verbas para investimento (R$ 10 bilhões de R$ 40 bilhões previstos). "O maior interessado em votar o Orçamento é o parlamento. Só haverá orçamento impositivo com o Orçamento aprovado", afirmou. O presidente da Câmara afirmou que as novas regras vão deixar os parlamentares mais envolvidos e interessados na formulação da política fiscal. "Aumenta a responsabilidade do parlamento. Ao mesmo tempo, com essa responsabilidade, o parlamento também passa a ter mais interesse na política fiscal, no equilíbrio fiscal e na possibilidade de recuperar a capacidade de investimento do Estado", concluiu Maia. Relator do orçamento de 2020 propõe ampliar valor do fundo eleitoral
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06/12 - Quase 4 milhões de trabalhadores com ensino superior não têm emprego de alta qualificação
Estudo mostra que país tem mais trabalhadores com faculdade concluída do que ocupações que exigem curso ensino superior. Descompasso cresce desde o início de 2014, quando a crise econômica começou a dar os primeiros sinais. Brasil tem 18,3 milhões de pessoas que terminaram a faculdade Amanda Perobelli/Reuters O Brasil não tem dado conta de absorver todos os trabalhadores que fazem uma graduação em postos de trabalhos adequados. Hoje, quase 4 milhões de brasileiros que cursaram faculdade não encontram uma profissão que exija a conclusão do Ensino Superior. Isso significa que essas pessoas estão em vagas de menor qualificação, ou desocupadas – a taxa de desemprego é de 6% entre a população com ensino superior completo. Brasil não tem empregos suficientes para graduados Atualmente, o Brasil tem 18,3 milhões de pessoas que terminaram a faculdade para 14,5 milhões de ocupações com exigência de curso de Ensino Superior. O levantamento foi realizado pela consultoria iDados, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. O número de trabalhadores com faculdade começou a superar a quantidade de vagas disponíveis no primeiro trimestre de 2014, quando a crise econômica começou a dar os primeiros sinais no país. Ao longo dos últimos anos, com o período recessivo e a lenta retomada, esse descasamento só aumentou. "Muita gente está tendo de trabalhar fora da sua área de formação, está acontecendo um desencontro", diz Guilherme Hirata, pesquisador do iDados. "É um problema que tende a se agravar se a morosidade na economia continuar." Sobram trabalhadores, faltam vagas Arte/G1 Hoje, o país tem 12,4 milhões de desempregados, de acordo com a última divulgação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com a crise do mercado de trabalho e sem espaço no setor privado, muitos brasileiros partiram para o trabalho por conta própria e para a informalidade. Formada em desenho industrial, Lívia Fumie Koreeda, de 34 anos, foi demitida de uma rede varejista em 2017. Sem emprego formal, decidiu abrir a sua própria empresa para trabalhar com freelancer. No primeiro ano, chegou a conseguir um rendimento mensal até superior ao que recebia no emprego anterior. No segundo ano como freelancer, no entanto, o quadro mudou. Os rendimentos passaram a cair e ela passou a atuar como tatuadora. "A partir do segundo ano e meio é que a renda foi diminuindo e, então, tive de rever meu posicionamento e escolhas de como atuar no mercado", diz. Hoje, Livia ganha menos do que recebia no emprego com carteira assinada. Da renda mensal, 70% ainda vem dos trabalhos que realiza na área de desenho industrial, e o restante tem como origem o que ganha como tatuadora. Nos próximos anos, o objetivo dela é inverter essa relação. Lívia passou a complementar a renda como tatuadora Arquivo pessoal Impacto na produtividade A piora na qualidade do emprego traz uma série de consequências para a economia brasileira. Ela tem um impacto crucial na produtividade do país, por exemplo. O indicador é considerado fundamental para a melhora da atividade econômica e da renda da população brasileira. Nos últimos anos, no entanto, com o emprego formal em queda, a produtividade brasileira está estagnada porque milhões de trabalhadores tiveram de recorrer a bicos e a trabalhos por conta própria para conseguir alguma renda. Com isso, passaram a agregar menos valor para a economia. "O Brasil não tem criado ocupações sem setores dinâmicos há muito tempo. Então, há uma dificuldade para que as pessoas que se formam em profissões altamente qualificadas encontrem uma vaga equivalente", afirma o professor titular da Cátedra Ruth Cardoso no Insper, Naercio Menezes. Embora os dados sejam negativos, cursar uma faculdade ainda é bastante vantajoso no país. Um trabalhador com mais anos de estudo sempre vai ter vantagem numa disputa por emprego, mesmo que a vaga não exija uma elevada qualificação. "Mesmo que o desemprego esteja afetando várias classes, ele ainda é menor entre quem tem ensino superior completo", afirma Naercio. No Brasil, a taxa de desemprego é de 6% entre a população que tem ensino superior completo, de acordo com Naercio. Ela sobe para 14% no grupo que só cursou até o Ensino Médio. Há uma diferença nos salários também. Quem tem faculdade ganha em média R$ 5 mil. A média de quem cursou ensino médio é de R$ 2 mil. "Esse diferencial salarial ainda é muito alto, o que mostra como a faculdade é importante", diz o professor do Insper.
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06/12 - 83% dos internautas dizem que trabalho voluntário é importante, mas só 18% contribuem com tempo
Dado faz parte de uma pesquisa feita pelo IBOPE Inteligência, a pedido da Ambev; falta de conhecimento seria um dos principais entraves, segundo o levantamento. Projeto de informática em Mogi das Cruzes (SP), onde adolescentes se tornaram voluntários para ajudar crianças a aprenderem informática Maiara Barbosa/G1 Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (6) mostra que 83% dos brasileiros que utilizam a internet dizem que sabem da importância dos voluntários para o trabalho das organizações sociais. No entanto, a proporção dos que relatam contribuir com tempo de voluntariado em alguma organização social é bem menor, de apenas 18%. O levantamento foi feito pelo IBOPE Inteligência com internautas, a pedido da Ambev, e mostra ainda que a falta de conhecimento seria um dos principais impedimentos para que as pessoas contribuam como voluntários. Isso porque, entre os entrevistados, 72% disseram que não conhecem uma organização em seu bairro ou cidade. A pesquisa aponta ainda que, para 70%, o tempo não é um problema para contribuir com as organizações sociais. A pesquisa também mostra que mais da metade dos brasileiros acha que organizações sociais são confiáveis. Além disso, 77% das pessoas concordam que a atuação de organizações sociais é capaz de melhorar a vida de pessoas com menos oportunidades. Adolescentes voluntários ensinam informática a crianças em SP Voluntários do PR criam roupas para crianças carentes do Brasil e da África Experiência de trabalho voluntário pode ajudar a conseguir o primeiro emprego Novas regras para concursos preveem trabalho voluntário como critério de desempate
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06/12 - FGTS: saques de até R$ 500 para não correntistas da Caixa nascidos em setembro e outubro começam hoje
Trata-se do sexto lote de saques para não correntistas, que totalizam R$ 3,3 bilhões para 9,1 milhões de pessoas. Todos os trabalhadores poderão sacar R$ 500 do FGTS até dezembro A Caixa Econômica Federal libera nesta sexta-feira (6) os saques de até R$ 500 do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para não correntistas do banco nascidos em setembro e outubro. Trata-se do sexto e penúltimo lote de saques para não correntistas, que totalizam R$ 3,3 bilhões para 9,1 milhões de pessoas. Os sete lotes pagarão cerca de R$ 25 bilhões para 62,5 milhões de trabalhadores. No total, incluindo os correntistas da Caixa que já tiveram o dinheiro liberado, os saques imediatos do FGTS abrangem o total de 96 milhões de pessoas com R$ 40 bilhões nas contas vinculadas. Os saques de até R$ 500 do FGTS começaram em setembro para os correntistas da Caixa, que tiveram o crédito automático em conta. Desde o começo dos saques até 3 de dezembro, a Caixa informou que já foram sacados cerca de R$ 21 bilhões por 48 milhões de trabalhadores, ou seja, 50% do total de contemplados sacaram 52% do total previsto. A Caixa decidiu antecipar o calendário de saques para não correntistas. Com a mudança, todos poderão fazer os saques ainda em 2019. O calendário anterior previa que trabalhadores nascidos de julho a dezembro só fariam os saques em 2020. A Caixa justificou a mudança devido ao grande número de operações realizadas por meios digitais, que acabou desafogando o atendimento que era esperado nas agências. Calendário para quem não tem conta poupança na Caixa: Aniversário em janeiro: saque a partir de 18/10/2019 Aniversário em fevereiro e março: saque a partir de 25/10/2019 Aniversário em abril e maio: saque a partir de 08/11/2019 Aniversário em junho e julho: saque a partir de 22/11/2019 Aniversário em agosto: saque a partir de 29/11/2019 Aniversário em setembro e outubro: saque a partir de 06/12/2019 Aniversário em novembro e dezembro: saque a partir de 18/12/2019 Apesar da mudança no cronograma, a data limite para que o trabalhador faça o saque continua sendo 31 de março de 2020. Caso o saque não seja feito até a data, os valores retornam para as contas do FGTS, com a devida atualização monetária e juros correspondentes ao período em que estiveram disponíveis para saque. Caixa faz retiradas de até R$ 500 de contas do FGTS e diz que objetivo é facilitar saque por trabalhadores O saque imediato de até R$ 500 não tem relação com o saque-aniversário, que só começa a ser pago em abril de 2020 (veja mais informações abaixo). SAIBA TUDO SOBRE A LIBERAÇÃO DOS SAQUES DO FGTS Essa liberação abrange contas vinculadas do FGTS que ainda estão recebendo depósitos do empregador atual e também de empregos anteriores, as chamadas contas inativas. A Caixa vai estender o horário de 2.381 agências nesta sexta (6) e na segunda-feira (9) para realizar os pagamentos, solucionar dúvidas, promover acertos de cadastro e emitir a senha do Cartão Cidadão: As agências que têm horário de abertura às 8h terão horário de funcionamento estendido em 1 hora; As agências que têm horário de abertura às 9h, às 10h e às 11h abrirão 1 hora mais cedo; A lista das agências com horário especial de atendimento está no site fgts.caixa.gov.br. Saques de correntistas da Caixa De acordo com balanço da Caixa, cerca de 36,9 milhões de correntistas tiveram liberados R$ 15,2 milhões na conta nos três lotes de pagamento, pagos até 9 de outubro. A maior parte dos saques foi na região Sudeste: 17,4 milhões sacaram R$ 7,5 bilhões, seguida da região Nordeste, onde R$ 3 bilhões foram sacados por 8,1 milhões de trabalhadores. Os correntistas que não quiserem fazer a retirada têm até o dia 30 de abril de 2020 para informar ao banco que preferem manter o dinheiro no Fundo de Garantia. Nesse caso, mesmo que o crédito tenha sido feito na conta, a Caixa tem até 60 dias para retornar os valores para a conta vinculada de FGTS. Todos os trabalhadores, independente do aniversário, sendo correntistas ou não da Caixa, podem sacar o dinheiro até o dia 31 de março de 2020. A Caixa alerta, entretanto, que à medida que o trabalhador vai adiando seu saque, ele ficará sujeito ao efeito cumulativo dos outros calendários, o que acumulará mais pessoas para receber e portanto poderá enfrentar mais filas. Caso o saque não seja feito, os valores retornam para a conta de FGTS do trabalhador. Saiba como consultar o saldo do FGTS dentro do limite de R$ 500 O valor sacado será de até R$ 500 por conta vinculada de titularidade do trabalhador, limitado ao valor do saldo tanto das contas ativas como inativas. Por exemplo: se ele tiver duas contas, uma com saldo de R$ 1.000 e outra com saldo de R$ 2.000, ele poderá sacar R$ 500 de cada uma delas. Se tiver R$ 70 na conta, poderá retirar o valor total. Veja mais exemplos abaixo: Exemplos de saques de até R$ 500 por contas do FGTS Reprodução/Caixa Como serão os saques para quem não tem conta poupança na Caixa Valores de até R$ 100 por conta: saque será feito nas lotéricas, com CPF e documento de identificação. Valores de até R$ 500 por conta: saque nas lotéricas ou correspondentes Caixa Aqui, com documento de identificação e Senha Cidadão ou Cartão Cidadão e senha. Caso não possua o Cartão do Cidadão, poderá sacar nos caixas eletrônicos da Caixa utilizando o CPF e a Senha Cidadão. Em caso de saque na agência, deve apresentar documento de identidade com foto, número do CPF ou Cartão Cidadão e senha. Transferência para outros bancos: nos saques feitos na agência, a Caixa não cobrará tarifa quando o trabalhador optar por transferir o valor do saque para outras instituições financeiras. Para agilizar o atendimento, a Caixa recomenda que o trabalhador leve a sua Carteira de Trabalho. O saque imediato no valor de até R$ 500 não impede o direito do trabalhador ao saque do FGTS por motivo de rescisão contratual nem tira o direito a receber a multa dos 40% sobre o valor, bem como não impede o saque para as demais modalidades como aposentadoria, aquisição da casa própria e doença grave. Ninguém é obrigado a sacar o dinheiro do FGTS. Se não houver a retirada, o dinheiro permanece no fundo, ganhando rentabilidade. No ano passado, por exemplo, as contas do FGTS renderam 6,18% com os juros fixos de 3% ao ano mais TR e a distribuição de 100% do lucro líquido do fundo (R$ 12,2 bilhões, pagos em agosto deste ano, sobre o saldo de dezembro de 2018). Portanto, as contas do FGTS renderam mais que a poupança e o CDB, que em 2018 tiveram rendimentos de 4,62% e 6,06%, respectivamente. Saque-aniversário Trabalhadores já podem aderir ao saque-aniversário do FGTS O recebimento do saque imediato de até R$ 500 por conta de FGTS não gera adesão ao saque-aniversário. Os interessados em aderir a esses saques anuais podem comunicar a decisão à Caixa Econômica Federal desde o dia 1º de outubro deste ano. Entenda o saque-aniversário do FGTS Nesse caso, os saques serão anuais e começarão em abril de 2020, de acordo com o mês em que o beneficiário nasceu. Veja o calendário do saque aniversário: Nascidos em janeiro e fevereiro – saques de abril a junho de 2020; Nascidos em março e abril – saques de maio a julho de 2020; Nascidos em maio e junho – saques de junho a agosto de 2020; Nascidos em julho – saques de julho a setembro de 2020; Nascidos em agostos – saques de agosto a outubro de 2020; Nascidos em setembro – saques de setembro a novembro de 2020; Nascidos em outubro – saques de outubro a dezembro de 2020; Nascidos em novembro – saques de novembro de 2020 a janeiro de 2021; Nascidos em dezembro – saques dezembro de 2020 a fevereiro de 2021. A partir de 2021, o saque deverá ser feito no mês do aniversário até os dois meses seguintes. O valor do saque anual será um percentual do saldo de todas as contas do trabalhador. Para contas com até R$ 500, será liberado 50% do saldo, percentual que vai se reduzindo quanto maior for o valor em conta. Para as contas com mais de R$ 500, os saques serão acrescidos de uma parcela fixa. Portanto, os cotistas com saldo menor poderão sacar anualmente percentuais maiores. Limite dos saques anuais do FGTS Reprodução/Ministério da Economia O trabalhador ficará impedido de retirar o valor integral do FGTS na rescisão do contrato de trabalho. No entanto, ele continua tendo direito ao pagamento da multa dos 40% em cima do valor total. Em caso de arrependimento, o trabalhador só poderá retornar ao chamado saque-rescisão após dois anos a partir da data de adesão ao saque-aniversário. No entanto, o trabalhador que optar pelo saque-aniversário continuará tendo direito à retirada o saldo do FGTS para a casa própria, em caso de doenças graves, de aposentadoria e de falecimento do titular e para as demais hipóteses previstas em lei para o saque. Initial plugin text
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06/12 - Uber registra mais de 3 mil denúncias de abuso sexual nos EUA em 2018
Empresa diz que houve queda em 16% no número de casos relatados de abuso. Londres anunciou que não renovará licença para o aplicativo operar na cidade e citou problemas de segurança. Placa mostra ponto de embarque da Uber Mike Blake/Reuters A Uber registrou mais de 3 mil casos de abuso sexual em 1,3 bilhão de viagens com o aplicativo nos Estados Unidos, informou relatório da empresa de motoristas de aplicativo divulgado nesta quinta-feira (5). De acordo com a companhia, há tanto condutores quanto passageiros entre as vítimas. Segundo o relatório, houve denúncias de 235 penetrações ocorridas sem consentimento, além de centenas de outros relatos beijos forçados e toques em partes íntimas também não consensuais. A Uber afirma que houve queda de 16% nos números de abuso em relação ao ano anterior. Porém, os dados podem estar subnotificados — a empresa somente leva em conta os casos relatados à companhia. Ainda segundo a companhia norte-americana, a maioria das viagens marcadas pelo aplicativo — 99,9% delas — transcorreram sem problemas relacionados a segurança. "Alguns vão gostar do tanto que fizemos para melhorar a segurança, e outros vão dizer que há mais trabalho a se fazer. Ambos estão certos", disse o CEO da Uber, Dara Khosrowshahi. Pressão sobre a Uber Faixa da Uber em frente à bolsa de valores de Nova York Andrew Kelly/Reuters O relatório foi divulgado em meio às pressões exercidas contra a empresa de motoristas particulares por problemas de segurança. Mais recentemente, a autoridade de trânsito de Londres, no Reino Unido, anunciou que não vai renovar a licença para a Uber atuar na capital britânica. O Uber disse que vai recorrer da decisão. A empresa pode continuar a atuar enquanto o recurso estiver tramitando. A agência pública Transporte para Londres citou “diversas violações que colocam os passageiros e sua segurança em risco” em uma decisão de não estender a licença do Uber. O órgão cita que apesar de ter atendido alguns dos problemas, não “há confiança que questões parecidas não vão ocorrer o futuro”.
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05/12 - Brasil e Paraguai fecham acordo automotivo em cúpula do Mercosul
Detalhes do acordo, que libera o comércio de veículos e autopeças entre os dois países, não foram divulgados. Anfavea vê acordo como positivo, mas aponta que mercado paraguaio é pequeno. Brasil e Paraguai fazem acordo automotivo Brasil e Paraguai fecharam nesta quinta-feira (5) um acordo automotivo para liberar o comércio de veículos e autopeças entre os dois países. O processo foi concretizado no último dia da cúpula do Mercosul, em Bento Gonçalves (RS). Um acordo do mesmo tipo foi assinado em junho com a Argentina e já existe um anterior a esse com o Uruguai. O processo com o Paraguai foi acertado em meio à forte queda nas compras de veículos brasileiros pela Argentina, principal mercado do setor para o Brasil. "Nós defendemos mais acordos, com mais países, porque isso aumenta a competitividade de exportação da indústria, e também de importação. O mercado paraguaio é pequeno, mas é benéfico para conseguirmos mais negócios", disse Luiz Carlos Moraes, presidente da associação das montadoras, a Anfavea, ao G1. De acordo com a entidade, as exportações de veículos ao Paraguai somam de cerca de 13 mil unidades por ano, o que representa apenas cerca de 3% do total de veículos enviados para fora do Brasil pela indústria automotiva, considerando o acumulado entre janeiro e novembro. "Obviamente, esse novo acordo com o Paraguai não vai compensar o tamanho da queda gerado pela crise na Argentina", apontou Luiz Carlos Moraes. Nesta quinta-feira, a Anfavea, informou que as exportações totais de veículos montados caíram 8% em novembro na comparação com o mesmo mês de 2018, para 31,7 mil unidades, acumulando tombo de 33% no ano, a 399,2 mil veículos. Detalhes ainda não foram divulgados Os detalhes do acordo ainda não foram divulgados. O G1 entrou em contato com o Ministério da Economia, que ainda não se pronunciou sobre o caso. De acordo com a Anfavea, o padrão deve ser o mesmo adotado com a Argentina.
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05/12 - GDF e Polícia Civil investigam suposto vazamento de edital para concurso da corporação
Trecho do documento foi publicado na internet durante madrugada desta quinta (5), antes do Diário Oficial. Casa Civil afirma que 'não há prejuízo ao certame'. Fachada da nova sede da direção-geral da Polícia CIvil do Distrito Federal Gabriella Julie/G1 A Casa Civil do Distrito Federal e a Polícia Civil informaram que vão abrir inquéritos para apurar um suposto vazamento do edital para o concurso de escrivão da corporação. O edital foi publicado no Diário Oficial desta quinta-feira (5) mas, ainda na madrugada, trechos dele foram divulgados em uma rede social (veja abaixo). Veja aqui todas as informações sobre o concurso Em nota, a Casa Civil afirma que "a divulgação não implica em prejuízo ao certame, pois a informação já seria pública na manhã". Já a Polícia Civil disse que "entende como grave, se confirmado, o aludido vazamento, merecendo os rigores da lei" (veja mais abaixo). Postagem na internet O suposto vazamento teria ocorrido quando um professor de cursinho preparatório publicou um trecho do edital na internet. Em um vídeo ao vivo, ele também teria passado informações sobre o concurso. Trecho do edital de concurso da PCDF postado em rede social Reprodução/Instagram Nos comentários, internautas afirmam que, naquele momento, o Diário Oficial ainda não havia sido publicado. Usuários também questionaram se a divulgação da informação não prejudicaria a lisura do concurso. No início da noite desta quinta, após a repercussão do caso, o professor que publicou a imagem se manifestou nas redes sociais. Ele disse que recebeu o edital por meio de grupos de WhatsApp, por volta das 2h. O professor alegou ainda que a informação era pública e, por isso, não haveria problema em publicá-la. "Postei 'edital publicado', afinal o que recebi foi o Diário Oficial do DF e não um pergaminho sagrado lacrado em um baú", escreveu. Confira abaixo a íntegra do posicionamento do professor: "O Diário Oficial de hoje, com o edital da PCDF, estava circulando nos grupos de WhatsApp de madrugada, por volta de 2 horas da manhã. Todos os donos de cursos compartilharam a notícia assim que acordaram. Até pq se o documento estava uma página do Diário Oficial era pq devia estar publicado em algum lugar. No meu caso, acordei primeiro (fui o Zero Um a acordar). Postei 'edital publicado', afinal o que recebi foi o Diário Oficial do DF e não um pergaminho sagrado lacrado em um baú. Pouco tempo depois, ainda na madrugada, todos os cursos grandes compartilharam a mesma notícia. Agora começa um mimimi de que o documento era sigiloso até 7h da manhã... sério? diário oficial é sigiloso desde quando? Hipocrisia tem limite... quem é que não compartilharia o Diário Oficial se o recebesse? Só quem estava dormindo mesmo. E sobre a live de ontem... eu falei mil vezes que não vi o edital. Que não sabia se cairia administrativo. Mas que o que tinha OUVIDO FALAR era que a prova seria dia 15/3 e etc... Deixei claro que podia mudar ou ser diferente. Na minha época de concurseiro eu perdia tempo só estudando. Agora é cada uma." As investigações Em nota, a Casa Civil informou que vai comandar as investigações porque é responsável pela "gestão do Diário Oficial do Distrito Federal e a análise dos documentos recebidos para publicação". No entanto, segundo a pasta, "a editoração e paginação ficam a cargo da Imprensa Nacional, com quem o GDF tem convênio". Já a investigação da Polícia Civil ficará a cargo da Coordenação Especial de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Cecor). Segundo a corporação, o inquérito vai "apurar tal situação, com o objetivo de responsabilizar criminalmente todos envolvidos". A Polícia Civil disse ainda que, se confirmado, o vazamento merece "os rigores da lei" e que "preza pela impessoalidade e isonomia de todos os certames que organiza". O concurso O edital lançado nesta quinta prevê 300 vagas para o cargo de escrivão da Polícia Civil, com salário inicial de R$ 8.698,78. As inscrições começam em 22 de janeiro de 2020 e vão até 10 de fevereiro. Os interessados devem se cadastrar no site da banca organizadora, o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). As provas estão previstas para o dia 15 de março de 2020, no turno da tarde. Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
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05/12 - GM e LG Chem investem US$ 2,3 bilhões em fábrica de baterias para veículos elétricos nos EUA
Nova unidade ficará perto da fábrica de montagem da GM em Lordstown, no nordeste de Ohio, empregará mais de 1.100 pessoas. Instalação será uma das maiores de baterias do mundo. Chevrolet Bolt Celso Tavares/G1 A General Motors e a sul-coreana LG Chem disseram nesta quinta-feira (5) que vão investir US$ 2,3 bilhões em uma fábrica de células de baterias na joint venture de veículos elétricos em Ohio, criando uma das maiores instalações de baterias do mundo. O quanto roda, onde recarregar, custo... como é o dia a dia com carros elétricos A fábrica, a ser construída em um novo local perto da fábrica de montagem da GM em Lordstown, no nordeste de Ohio, empregará mais de 1.100 pessoas, disseram as empresas. A construção começará em meados de 2020 e terá uma capacidade anual de mais de 30 gigawatt-hora com flexibilidade para expandir. Em uma entrevista coletiva, a presidente-executiva Mary Barra disse que a joint venture com a LG Chem visa "melhorar drasticamente a acessibilidade e a lucratividade dos veículos elétricos". Barra disse que o investimento na fábrica acelerará a iniciativa da montadora de introduzir 20 novos veículos elétricos em todo o mundo até 2023. "A General Motors acredita na ciência do aquecimento global e em um futuro totalmente elétrico", disse ela. Barra disse que as novas células da bateria serão usadas em uma nova picape elétrica da GM, que começará a ser produzida no outono de 2021 na fábrica de Detroit-Hamtramck da empresa. A fábrica de células de bateria de Ohio aumentará a capacidade global de baterias da LG Chem para 100 gigawatt-hora até o final de 2020, disse Hak-Cheol Shin, presidente-executivo da LG Chem.
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05/12 - Brasil e Argentina fecham acordo que aumenta para 170 o número de voos semanais entre os dois países
Antes do novo acordo, eram operados 133 voos semanais. Assinatura aconteceu em Bento Gonçalves (RS), durante a 55ª cúpula dos líderes do Mercosul. Registro interno do Aeroporto Internacional de Cumbica Sidnei Barros/Prefeitura de Guarulhos Aumentou o limite de voos entre o Brasil e a Argentina. A frequência semanal agora saltou de 133 para 170 voos. E não há mais limites para voos de carga entre os dois países. As mudanças estão valendo desde quarta-feira (4) depois que foi ratificado o Acordo Bilateral de Serviços Aéreos com a Argentina. A assinatura aconteceu em Bento Gonçalves (RS) durante a 55ª cúpula dos líderes do Mercosul, bloco formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. O acordo já estava sendo costurado desde agosto, como noticiou o G1. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, chegou a dizer que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a agência reguladora do setor aéreo argentino estavam em conversa para garantir a assinatura ainda neste ano. Em nota, a Anac disse que muitas empresas já manifestaram interesse nesses novos voos, "em especial empresas low cost que já receberam autorização para operar no Brasil, como a FlyBondi e a JetSmart". "Do lado Brasileiro, temos a Azul também", completa a nota. As companhias citadas foram procuradas, mas não responderam. Atualmente, 16 empresas – entre transporte de passageiros e de carga – operam entre Brasil e Argentina. São elas: LATAM, Gol, Azul, Aerolíneas Argentinas, Austral Lineas Aéreas, Lan Argentina, Ethiopian Airlines, Flybond, Lufthansa, Tam Mercosur, Aerolinhas Brasileiras, Martinair, Qatar Airways, Turkish, Emirates e United Parcel Service. Líderes do Mercosul se reúnem em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha
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05/12 - Universidade Positivo é vendida para Cruzeiro do Sul Educacional
Finalização da transação está sujeita à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Os valores da negociação não foram revelados pelas empresas. A Universidade Positivo tem 1,6 mil colaboradores e 33 mil alunos. Universidade Positivo/Divulgação A Universidade Positivo (UP) foi vendida para o grupo paulista de ensino Cruzeiro do Sul Educacional. A aquisição foi anunciada nesta quinta-feira (5) pelo grupo educacional. De acordo com a Cruzeiro do Sul, a finalização da transação está sujeita à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Os valores da negociação não foram revelados pelas empresas. A Universidade Positivo tem 1,6 mil colaboradores e 33 mil alunos. Em maio, o Grupo Positivo vendeu seu sistema de ensino para o grupo Arco Educação, pelo valor de R$ 1,65 bilhão. O presidente da Positivo Educacional, Lucas Guimarães, afirmou que a negociação encerra a "redefinição do portfólio do grupo". Em um comunicado distribuído aos professores e funcionários da universidade, o Grupo Positivo afirma que nenhuma outra empresa do grupo curitibano será vendida. De acordo com o comunicado, a negociação inclui a venda da operação do Teatro Positivo e da ExpoUnimed. No entanto, o grupo continua como proprietário dos imóveis, assim como do terreno do campus Ecoville. A Cruzeiro do Sul Educacional é o quinto maior grupo de ensino do país em número de alunos, com 350 mil, de acordo com o próprio grupo. Segundo o grupo, a UP passa a ser a 12ª instituição de ensino superior a integrar a Cruzeiro do Sul Educacional. O diretor de planejamento da Cruzeiro do Sul Educacional, Fábio Figueiredo, afirmou que a expectativa é que todos os trâmites legais da aquisição sejam finalizados no primeiro semestre de 2020. "Até lá, a Cruzeiro do Sul não tem nenhuma ingerência na universidade", afirmou. "De qualquer modo, o que nos atraiu na Universidade Positivo foram as próprias características dela, então seria uma incoerência dizer que alguma coisa substancial vai mudar", disse Figueiredo. De acordo com o diretor do grupo, o objetivo é aumentar o nível de investimento, especialmente com maior oferta de cursos de graduação e pós-graduação, e reforçar as operações de ensino à distância. Em setembro, o grupo anunciou a aquisição do Centro Educacional Brás Cubas, de Mogi das Cruzes (SP). Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
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05/12 - BTG Pactual compra revista Exame
Banco adquiriu revista por R$ 72,3 milhões nesta quinta-feira em leilão realizado em São Paulo. O banco BTG Pactual adquiriu nesta quinta-feira (5) a revista Exame, do Grupo Abril, por R$ 72,374 milhões. A revista foi vendida por meio de um leilão realizado em São Paulo. Apenas o BTG participou da disputa. A venda da revista faz parte de uma reestruturação do Grupo Abril. A empresa foi vendida em dezembro do ano passado para o empresário Fábio Carvalho. A transação para Carvalho foi fechada por um valor simbólico. Ele assumiu cerca de R$ 1,6 bilhão em dívidas e o controle da empresa criada em 1950 pela família Civita. A editora entrou com um pedido de recuperação judicial em agosto do ano passado. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), vinculado ao Ministério da Justiça, aprovou em janeiro a venda do Grupo Abril para Carvalho.
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05/12 - Petroleira saudita Aramco vende ações a maior preço definido e levanta mais de US$ 25 bi em maior IPO da história
Valor de mercado total da empresa ficou avaliado em US$ 1,7 trilhão. Fatia de 1,5% do capital agora está em bolsa. Estatal de petróleo levanta mais de US$ 25 bi na maior oferta inicial de ações já feita A petroleira estatal Saudi Aramco conseguiu vender suas ações no topo da faixa de preço definida em sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês), informou a empresa nesta quinta-feira (5). Com isso, a abertura de capital da companhia tornou-se a maior da história, arrecadando mais do que os US$ 25 bilhões levantados pela Alibaba, em 2014. A Arábia Saudita contou com investidores domésticos e regionais para vender uma fatia de 1,5% de seu capital após interesse morno no exterior. A companhia terminou avaliada em US$ 1,7 trilhão, valor inferior aos US$ 2 trilhões da meta inicial do príncipe herdeiro Mohammed bin Salman. A Aramco descartou ofertas em Nova York e Londres após estrangeiros criticarem a avaliação e levantarem dúvidas sobre a transparência corporativa. Ao invés disso, a empresa focou no mercado de Riad, para investidores sauditas e abastados aliados do Golfo Pérsico. Bancos sauditas ofereceram aos cidadãos do país crédito barato para participação na oferta. Por que estreia da Saudi Aramco na bolsa é controversa Empresa mais lucrativa do mundo A Saudi Aramco é a empresa mais lucrativa do mundo, com dividendos (remuneração aos acionistas) planejados de US$ 75 bilhões no próximo ano, mais de cinco vezes o da Apple. A companhia lançou sua oferta pública inicial de ações em 3 de novembro. O príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman, que divulgou a ideia há quase quatro anos, busca arrecadar bilhões de dólares para investir em indústrias não petrolíferas, criar emprego e diversificar as atividade do principal exportador de petróleo do mundo para torná-lo menos dependente da commodity. A negociação das ações é uma aposta diante da perspectiva de que a demanda global por petróleo desacelere a partir de 2025, devido a medidas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e o aumento do uso de veículos elétricos. O IPO envolve risco político, já que o governo saudita, que depende da Aramco para a maior parte de seu financiamento, continuará a controlar a empresa. A reputação do príncipe herdeiro foi manchada pelo assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi no ano passado, enquanto as usinas de petróleo da Aramco foram atingidas em setembro por ataques que reduziram pela metade sua produção. Complexo de produção da Aramco no deserto de Rub' al-Khali, na Arábia Saudita, em foto de maio de 2018 Ahmed Jadallah/Reuters/Arquivo
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05/12 - BC do Chile reduz estimativa de crescimento econômico do país
Em meio a crise social no país, a estimativa de expansão do PIB neste ano caiu de 2,5% para 1%. Manifestante tenta bloquear passagem de veículo policial em Santiago, no Chile, nesta terça-feira (3) Pablo Sanhueza/Reuters O Banco Central do Chile reduziu sua estimativa de crescimento para este ano, em 1%, nesta quinta-feira (5), revendo o cálculo anterior, devido ao impacto da crise social. Em um novo Informe de Política Monetária (Ipom), o BC estimou uma queda anual de 2,5% no quarto trimestre do ano, levando à revisão do crescimento em 2019 para 1%. Esse índice é consideravelmente menor do que previsto em setembro (2,25%-2,5%). "O mau desempenho no último trimestre de 2019 traz um baixo nível de partida para a economia em 2020", a qual deve crescer em uma faixa que vai de 0,5% a 1,5%. Embora se considere que, de trimestre em trimestre, a economia voltará a crescer em 2020, sua taxa de variação anual será novamente negativa no primeiro trimestre do próximo ano. Este quadro configuraria um cenário de recessão técnica, com dois trimestres sucessivos de desempenho negativo. Para 2021, contudo, o BC espera "uma recuperação do crescimento como produto de uma gradual recuperação dos principais componentes do gasto e da produção", com uma expansão no espectro de 2,5% a 3,5%. Nesse sentido, estima-se que, "até o final de 2021, o nível do PIB será cerca de 4,5% inferior ao que se teria alcançado sem essas disrupções". "Este Ipom é, sem dúvida, o más difícil desde que se implementou o marco de metas de inflação no Chile. Difícil em sua preparação, difícil pelas dimensões da incerteza e difícil em sua mensagem", reconheceu o presidente do BC, Mario Marcel, ao apresentar o relatório ao Congresso. "A magnitude do impacto da crise social é comparável com alguns dos maiores choques recebidos no passado pela economia chilena. Amortizar este impacto envolverá recorrer a uma grande parte da margem e da experiência acumuladas pelas autoridades econômicas ao longo dos anos", acrescentou o economista. O documento aponta ainda uma rápida deterioração do mercado de trabalho, com uma taxa de desemprego que deve passar de 10% no início de 2020. A taxa de investimento também se corrigiu para baixo para 2020, projetando-se uma queda de 4% anual. "As perspectivas apresentadas pelo Banco Central estão alinhadas com as nossas, embora mais pessimistas", afirmou o ministro da Fazenda, Ignacio Briones. Crise social Os protestos no Chile explodiram em 18 de outubro, deixando 23 mortos e milhares de feridos até agora, em meio a multitudinárias manifestações, incêndios, saques e ataques a lojas. Como consequência de quase duas semanas de paralisação, a atividade econômica em outubro caiu 3,4%. Este é seu pior registro em dez anos. De acordo com a pesquisa "Mobilização 2019", publicada pela Ipsos nesta quinta, 68% dos chilenos consideram que a crise social é necessária para "gerar mudanças no país". Quase metade (48%) afirma que "os protestos não devem acabar". Ainda segundo os entrevistados, desde o início da crise, seu maior medo são os saques e o vandalismo (53%), seguido, muito de perto, pelo desabastecimento (52%). A presença de militares nas ruas nos primeiros nove dias de convulsão social - quando o governo decretou estado de emergência - gerou temores em 45% dos chilenos ouvidos pela Ipsos. Para 51% dos entrevistados, para superar a crise, o governo deve fazer uma reforma da Previdência, enquanto 38% defenderam o aumento do salário mínimo, e 28%, uma reforma na Saúde. A sondagem foi realizada online com cerca de mil entrevistados, em nível nacional, no período de 22 a 26 de novembro.
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05/12 - Taurus inaugura fábrica nos EUA com investimento de US$ 42 milhões
Nova unidade elevará capacidade de produção de 400 mil para 800 mil armas por ano . Fantástico - Taurus Reprodução/Fantástico A fabricante brasileira de armas Taurus inaugurou hoje a nova fábrica e centro de operações nos Estados Unidos com um investimento total de US$ 42 milhões. Localizada em Bainbridge, no estado da Geórgia, a nova sede no país ocupa uma área de 20 mil metros quadrados e o investimento abrange construção e benefícios fiscais. Segundo a Taurus, a transferência da sede da subsdiária americana, localizada anteriormente em Miami, na Flórida, possibilitará dobrar a capacidade produtiva nos Estados Unidos, ampliando de 400 mil para até 800 mil armas por ano. A mudança trará também redução de custos e melhorias operacionais, comerciais, fiscais e logísticas, com a concessão de incentivos estaduais da Geórgia, e consequentemente aumento da rentabilidade da operação. De acordo com o diretor-presidente global da Taurus, Salesio Nuhs, a nova fábrica faz parte do plano estratégico de crescimento da companhia no mercado internacional e nacional. “A Taurus está escrevendo um novo capítulo de sua história. Além de ampliarmos a presença da Taurus onde está o maior mercado consumidor do mundo, o aumento da nossa capacidade produtiva nos Estados Unidos dará maior flexibilidade para conquistarmos novos mercados e atendermos um possível aumento da demanda no mercado brasileiro”, afirmou Nuhs, em nota. Para os próximos cinco anos, a empresa projeta expansão na engenharia e fabricação das linhas de produtos Taurus, Rossi e Heritage nos Estados Unidos.
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05/12 - Usuários da Caxemira, na Índia, têm WhatsApp cancelado após governo bloquear internet por 4 meses
Segundo a política do aplicativo, contas que não são utilizadas por 120 dias são canceladas. Parte da Caxemira, região disputada entre Paquistão e Índia, teve o serviço de internet cortado em agosto pelo governo indiano. Pessoas seguram bandeiras do Paquistão e da Caxemira Livre em Karachi, no Paquistão, para expressar solidariedade com o povo da Caxemira, nesta sexta-feira (30). Akhtar Soomro/Reuters Usuários de parte da Caxemira, na Índia, tiveram suas contas de WhatsApp canceladas depois de ficarem sem internet por 4 meses, informaram veículos internacionais de imprensa na quarta-feira (4). A internet havia sido cortada no dia 5 de agosto em parte da região, quando o governo indiano revogou o status especial do território, que é disputado com o Paquistão, levando a uma série de protestos. O cancelamento das contas do aplicativo começou a ser percebido depois de relatos, nas redes sociais, de que havia pessoas da região saindo em massa de grupos do aplicativo. Segundo um porta-voz do Facebook, que é dono do WhatsApp, os "desaparecimentos" ocorreram por causa da política da empresa sobre contas inativas. "Para manter a segurança e limitar a retenção de dados, as contas de WhatsApp geralmente expiram depois de 120 dias de inatividade", afirmou a empresa em comunicado ao jornal indiano "The Times of India". "Quando isso acontece, essas contas automaticamente saem dos grupos de WhatsApp. As pessoas precisarão ser adicionadas aos grupos novamente depois que recuperarem o acesso à internet e se cadastrarem no WhatsApp de novo", continua o texto. Os dados de usuários do aplicativo, entretanto, são guardados em backup no Google Drive - uma vez que eles retomem acesso à conta, podem conseguir recuperar as informações contidas no último backup. 1,5 milhão de usuários afetados 1,5 milhão de usuários podem ter sido afetados no Vale da Caxemira G1 O estado de Jammu e Caxemira tem cerca de 1% dos usuários de smartphones da Índia -- 4,9 milhões de pessoas na época em que o blecaute começou, segundo o "Times of India". "É seguro presumir que cerca de 1,5 milhão de usuários de WhatsApp podem ter sido desativados em um único dia na quarta-feira", avaliou Faisal Kawoosa, fundador de uma firma de consultoria tecnológica, ao jornal indiano. Os especialistas avaliaram o impacto apenas para a região do Vale da Caxemira, que sofreu os 120 dias de corte de internet. Eles avaliam que cerca de 35% dos moradores do lugar conseguiram viajar para fora do vale, e, assim, manter as contas ativas. O WhatsApp tem cerca de 400 milhões de usuários na Índia, mas a empresa não divulga os dados por região. Divisão Divisão da região da Caxemira Juliane Monteiro/G1 A região de Caxemira, que tem maioria muçulmana, é motivo de animosidade entre Índia e Paquistão há mais de 70 anos, desde que o Reino Unido fez a divisão da colônia entre Índia (majoritariamente hindu) e Paquistão (muçulmano). Caxemira indiana perde autonomia e aumenta risco de conflito na região; entenda Depois da divisão do subcontinente indiano, em 1947, esperava-se que a Caxemira fosse para o Paquistão, pois isso havia acontecido com as outras regiões de maioria muçulmana. O líder da região naquela época era hindu. Ele queria a independência, mas, confrontado com uma invasão de grupos muçulmanos do Paquistão, aderiu à Índia, em troca de ajuda militar contra os invasores. Um cessar-fogo de 1972, monitorado pela ONU, determinou uma linha de controle da Caxemira para determinar uma área sob jurisdição da Índia e outra do Paquistão. Durante décadas, os exércitos dos dois países disputaram essa linha. Em 1999, os dois se envolveram em uma batalha ao longo da divisão. As forças trocaram fogo com regularidade até 2003, quando foi declarada uma trégua.
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05/12 - Exportações de carne de porco e de frango desaceleram em novembro, mas preços voltam a subir
Puxadas pela China, vendas para o exterior continuam em alta na comparação com 1 ano atrás. Exportações de carne de porco subiram 14% em 2019, com forte demanda da China REUTERS/Stringer As exportações de carne de frango e de porco desaceleraram em novembro na comparação com outubro, mas o total vendido ao exterior em 2019 segue positivo, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (5) pela associação que representa os frigoríficos do setor (ABPA). 5 PONTOS sobre o aumento no preço das carnes Acompanhe a cobertura de Agronegócios do G1 Foram vendidas 66,4 mil toneladas de carne suína para o exterior no mês passado, abaixo das 68,1 mil toneladas negociadas em outubro (-2,5%). As exportações de frango somaram 332 mil toneladas em novembro contra 334 mil no mês anterior (-0,6%). Exportações de carnes de frango e porco em 2019 G1 Agro Na comparação com 1 ano atrás, no entanto, as exportações de carne de porco subiram 13,2%. As de frango cresceram 3,1%, na mesma comparação. O ritmo das exportações em 2019 é apontado como um dos principais motivos para alta no preço das carnes no país neste fim de ano. E, ao contrário do preço do boi gordo, que está caindo nos primeiros dias de dezembro, os valores das carnes de frango, suína e de ovos estão subindo no mercado brasileiro, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da USP (Cepea). Preços do frango resfriado no mercado de São Paulo até 4 de dezembro G1 Agro Nos últimos dias, o quilo da carne de frango resfriada vendida no atacado no estado de São Paulo subiu 3% na comparação com o mês anterior, custando R$ 5,40. No ano passado, o mesmo produto custava R$ 4,65. Mesmo movimento de alta teve a carne de porco. Em todos os estados analisados pelo Cepea, o preço pago ao produtor de suínos apresenta alta, o que sugere que haverá repasse ao consumidor. O aumento mais expressivo foi no Rio Grande do Sul, onde o quilo subiu 3,16% em um mês, custando R$ 5,23. No mesmo dia de 2018, o custo era de R$ 3,15. Preços do porco no segundo semestre até o dia 4 de dezembro G1 Agro Até mesmo o ovo branco, que havia diminuído os preços na penúltima semana de novembro, voltou a ter alta. Na última semana do mês, uma caixa com 30 dúzias vendidas no comércio subiu 1,43%, de R$ 78,38 para R$ 79,49. Preços do ovo branco no segundo semestre até 4 de dezembro G1 Agro Demanda chinesa continuará forte "Assim como nas vendas de carne suína, o quadro sanitário da Ásia também tem gerado impactos significativos nas exportações de carne de frango. Mesmo com novos players no mercado, a demanda chinesa continuará a ser um dos motores do mercado internacional do próximo ano”, analisa Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA. Ele se refere ao surto de peste suína africana, que já levou milhões de porcos à morte na Ásia e fez com que os chineses aumentassem a importação não só de suínos, mas também de carne bovina e de frango do Brasil. As vendas de frango para a China subiram 61% maior em novembro, frente a 1 ano atrás. As de suínos para a Ásia subiram 117%, segundo a ABPA, que destacou que Hong Kong aumentou em 25% suas compras. Alta do valor da carne altera preços de restaurantes e marmitas em Belém Preço da carne pode variar em mais de 100% em João Pessoa, diz Procon-JP Com aumento no preço da carne vermelha, aumenta o consumo de ovos
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05/12 - Poupança tem ingresso de R$ 2,42 bilhões em novembro, aponta Banco Central
Na parcial de 2019, R$ 3,88 bilhões deixaram a modalidade de investimento. Dados do BC mostram ainda que bolsa de valores vem ganhando investidores. O Banco Central informou nesta quinta-feira (5) que os depósitos de recursos da caderneta de poupança superaram as retiradas em R$ 2,426 bilhões no mês de novembro. Com isso, a poupança voltou a captar recursos, depois da retirada de R$ 247 milhões em outubro. Essa também foi a maior entrada de recursos para meses de novembro desde 2017, ou seja, em dois anos. No acumulado dos 11 primeiros meses deste ano, ainda de acordo com dados do BC, os saques superaram os depósitos em poupança, resultando em uma retirada líquida de R$ 3,884 bilhões. Essa foi a maior saída para o período desde 2016, quando o saldo negativo foi de R$ 51,370 bilhões. Em todo ano de 2018, segundo números oficiais da instituição, os depósitos superaram os saques em R$ 38,2 bilhões na modalidade de investimentos. Volume total de recursos Com a entrada de recursos no mês passado, o estoque dos valores depositados, ou seja, o volume total aplicado na poupança, registrou aumento em novembro. Em outubro de 2019, o saldo da poupança estava em R$ 820,571 bilhões. Em novembro, subiu para R$ 825,719 bilhões. Além dos depósitos e dos saques, os rendimentos creditados nas contas dos poupadores também são contabilizados no estoque da poupança. Em novembro deste ano, os rendimentos somaram R$ 2,721 bilhões. Atratividade da poupança Com a queda dos juros básicos da economia para 5% ao ano, a caderneta de poupança passou a render menos, assim como outros investimentos em renda fixa. Pela norma em vigor, há corte no rendimento da poupança sempre que a taxa Selic estiver abaixo de 8,5% ao ano. Nessa situação, a correção anual das cadernetas fica limitada a 70% da Selic, mais a Taxa Referencial, calculada pelo BC. Com a taxa Selic atualmente em 5% ao ano, a remuneração da poupança está hoje em 3,5% ao ano, mais Taxa Referencial (TR). Segundo cálculos da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a poupança "vai continuar sendo uma excelente opção de investimento, principalmente sobre os fundos cujas taxas de administração sejam superiores a 1% ao ano". Analistas avaliam que o Tesouro Direto, programa que permite a pessoas físicas comprar títulos públicos pela internet, via banco ou corretora, sem necessidade de aplicar em um fundo de investimentos, também pode ser uma boa opção para os investidores que buscam aplicações em renda fixa. O programa tem atraído o interesse de aplicadores nos últimos anos. Outra opção para os investidores conseguirem uma remuneração maior é a renda variável, ou seja, a bolsa de valores. Nesse caso, porém, o risco assumido é maior, pois pode haver perda de recursos. Dados do Banco Central mostram que, com a queda de juros nos últimos meses, e consequente rendimento menor das aplicações em renda fixa, a bolsa de valores vem ganhando investidores. Número de investidores PF na bolsa de valores Reprodução de apresentação do Banco Central
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05/12 - Por que os superricos querem 'passaporte dourado' de Malta
Venda de passaportes se tornou mercado global para quem quer pagar menos impostos, ter acesso a uma educação de elite ou residir em um novo país por razões políticas. Venda de 'passaportes dourados' se tornou um mercado global BBC A União Europeia enviou uma missão a Malta para "avaliar o Estado de Direito" na ilha do Mediterrâneo, após a crise política desencadeada pela investigação do assassinato de uma jornalista em 2017. Daphne Caruana Galizia investigava denúncias de corrupção no governo quando foi morta em um atentado a bomba. O assassinato dela gerou uma série de protestos e abalou o sistema político do país, gerando uma crise que culminou no último domingo com o anúncio da renúncia do primeiro-ministro, Joseph Muscat. Mas, mesmo em meio à turbulência, há muita gente interessada em obter a cidadania de Malta. A venda de "passaportes dourados" se tornou um grande mercado global para indivíduos ricos que querem pagar menos impostos, ter acesso a uma educação de elite ou residir em um novo país por razões políticas. Como você compra a cidadania maltesa? O governo de Malta introduziu um programa em 2014 para atrair indivíduos ricos e investimentos. Para obter um passaporte de Malta, os interessados devem contribuir com: 650 mil euros para um fundo nacional de desenvolvimento; 150 mil euros em ações de empresas maltesas; Comprar um imóvel no valor de pelo menos 350 mil euros (ou alugar um por 16 mil euros por ano); O custo chega a 1,15 milhão de euros, o que representa, na verdade, mais do que o valor de 900 mil euros informado pela eurodeputada holandesa Sophie in't Veld. Os solicitantes também devem manter o status de residente por mais de 12 meses, embora não precisem morar lá fisicamente. Desde que o programa começou, 833 investidores e 2.109 membros de suas famílias obtiveram a cidadania maltesa. Um passaporte maltês permite ao portador a isenção de visto para outros países europeus, uma vez que Malta faz parte do Acordo de Schengen, que inclui todos os integrantes da União Europeia à exceção de Reino Unido e Irlanda, além de Noruega, Islândia e Suíça que não fazem parte do bloco. Entre meados de 2017 e meados de 2018, o programa arrecadou 162.375.000 euros, o que equivale a 1,38% do Produto Interno Bruto (PIB) de Malta nesse período, embora no ano passado tenha havido uma queda na compra de passaportes. Há um incentivo claro para países pequenos como Malta terem programas como esse: atrair quantias significativas de investimento. "Muitos microestados se tornaram dependentes da renda gerada por esses programas", explica Luuk van der Baaren, pesquisador de políticas de migração do Instituto Universitário Europeu, em Florença, na Itália. Quem está comprando passaportes malteses? Origem dos cidadãos malteses naturalizados BBC O governo de Malta não divulga informações sobre os países de origem de quem solicita "passaportes dourados", mas fornece dados por região. A Europa é a principal região de origem, seguida pelo Oriente Médio, Golfo e Ásia. Mas os países membros da União Europeia são obrigados a publicar os números de aquisições anuais de cidadania. Após a introdução do programa em 2014, houve um aumento no número de cidadãos naturalizados malteses da Arábia Saudita, Rússia e China. A Arábia Saudita, por exemplo, não tinha nenhum cidadão naturalizado antes de 2015, mas desde então mais de 400 se naturalizaram. Embora haja razões legítimas para buscar outro passaporte, há denúncias de abuso no programa maltês. A Comissão Europeia publicou um relatório em janeiro de 2019 afirmando que tinha reservas quanto ao programa de Malta, que era "menos rigoroso" do que de outros países da União Europeia. Os requerentes não são obrigados, por exemplo, a manter residência física e não é necessário ter conexões prévias com a ilha. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou um relatório em 2018 em que listava Malta como um país com alto risco de sonegação de impostos devido ao seu programa de "passaporte dourado". O governo maltês diz, por sua vez, que faz uma triagem de todos os solicitantes e pessoas politicamente expostas. Van der Baaren afirma que muitas famílias podem usar o programa para educar seus filhos no exterior ou para ter uma opção caso precisem se mudar de seu país de origem. Mas adverte: "Os programas também podem agravar as desigualdades nos países de origem, uma vez que permitem que uma pequena elite compre uma segunda cidadania." Na União Europeia, além de Malta, Chipre e Bulgária também possuem programas semelhantes. Entre 2008 e 2018, o Chipre concedeu cidadania a 1.685 investidores e 1.651 membros de suas famílias. Em novembro, no entanto, o país retirou o "passaporte dourado" de 26 investidores, citando "erros" cometidos no processamento dos mesmos.
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05/12 - UE decide não adotar moedas digitais privadas como a libra, do Facebook, 'até que riscos sejam resolvidos'
Medida confirma linha dura do bloco sobre a libra. Comissão trabalha para criar novo regulamento sobre esse tipo de instrumento financeiro. Libra, criptomoeda do Facebook, só deve ser lançada em 2020 Dado Ruvic/Reuters Moedas digitais privadas como a libra, do Facebook, não devem ser permitidas na União Europeia até que os riscos que elas representam sejam claramente resolvidos, concordaram os ministros das Finanças da UE nesta quinta-feira (5). A medida confirma a linha dura do bloco sobre a libra, moeda que atraiu críticas dos reguladores globais sobre seu possível impacto no sistema financeiro desde que foi anunciada em junho. Golpistas criam sites falsos da Libra G7 exige regime rigoroso para Libra, do Facebook, e propõe imposto mínimo "Nenhum acordo global de uma 'stablecoin' deve começar a operar na União Europeia até que os desafios, riscos legais, regulatórios e de supervisão sejam adequadamente identificados e resolvidos", disseram os ministros em comunicado conjunto. Stablecoins são moedas digitais, como a libra, que geralmente são atreladas a dinheiro tradicional e a outros títulos, enquanto moedas criptográficas como bitcoin não o são. Ambas são criptomoedas. Regulação Os ministros do bloco disseram que poderiam considerar as regras da UE para regular criptoativos e stablecoins como parte de um plano global. A comissão da UE já está trabalhando neste novo regulamento, disse o comissário de finanças da UE, Valdis Dombrovskis, aos ministros de Finanças em uma sessão pública de sua reunião em Bruxelas. Os ministros também elogiaram o trabalho do Banco Central Europeu com uma moeda digital pública, o que poderá representar uma alternativa às iniciativas privadas. Em um documento apresentado aos ministros das Finanças, o BCE disse que uma moeda digital pública pode ser necessária se os pagamentos dentro da Europa continuarem muito caros. Sua possível adoção seria acelerada por sinais de menor uso de dinheiro em espécie, afirmou o BCE, alertando que o impacto de tal iniciativa no sistema financeiro poderá ser muito grande e, portanto, precisará ser avaliado com cuidado.
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05/12 - Receita abre na segunda-feira consultas ao 7º lote do IR 2019; restituições somam R$ 700 milhões
Lote contempla 320.606 pessoas e será pago em 16 de dezembro. Consultas devem ser feitas pelo site da Receita, ou por meio do aplicativo para tablets e smartphones. A Secretaria da Receita Federal informou que serão abertas na segunda-feira (9), a partir das 9h, as consultas ao sétimo lote de restituição do Imposto de Renda de Pessoas Físicas (IRPF) de 2019, e a lotes residuais de anos anteriores. De acordo com o Fisco, serão contemplados 320.606 contribuintes no sétimo e último lote do ano, e os valores das restituições totalizarão R$ 700 milhões. Os depósitos serão feitos em 16 de dezembro. Assim que abertas, as consultas podem ser feitas pelo site da Receita Federal na internet. Há ainda o aplicativo para tablets e smartphones, que facilita consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF, diretamente nas bases de dados da Receita Federal. Neste ano, a Receita Federal recebeu 30.677.080 até o dia 30 de abril, prazo final para a entrega do documento sem multa. O órgão esperava receber 30,5 milhões de declarações do Imposto de Renda 2019. Malha fina O Fisco lembra que é possível checar se a declaração foi processada. E se ela estiver já na fila de pagamentos, as informações prestadas estão coerentes com o banco de dados da Receita – indicando que a declaração, a princípio, não tem pendências (a Receita Federal tem até cinco anos para pedir esclarecimentos sobre as declarações). A verificação pode ser feita pelo serviço Meu Imposto de Renda da Receita Federal. Para isso, é preciso gerar um código de acesso, a partir do número do CPF, data de nascimento e recibos de entrega das duas últimas declarações. Bolsonaro quer elevar faixa de isenção do IR para 'próximo de R$ 2 mil'
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